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César Oliveira

Por Guilherme Belllintanii, secretário de Educação em Salvador

23 de janeiro de 2015 | 15h 29
Por Guilherme Belllintanii, secretário de Educação em Salvador

"O desafio é envolver a cidade nisso. Porque a cidade sabe quantos trios elétricos saem na Barra, mas não sabe quantos alunos tem na rede.”

"Quando você estiver pela Graça e encontrar às 10h um aluno com a camisa da prefeitura andando, tem alguma coisa errada, porque a aula dele é de 8h às 12h. Em geral, o aluno da escola pública é um ser invisível para a classe média. Você o encontra andando na Graça e não se questiona de nada. Se perguntarmos cinco escolas públicas municipais, ninguém sabe."

"É preciso ter rigor com a presença do professor e a presença do aluno na escola."



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