A rotatividade de bordel no Ministério da Educação, o comprometimento ideológico e a submissão à agenda sindical, têm sido fatores que comprometem o desenvolvimento da educação, que segue obtendo péssimas avaliações nas competições internacionais.
Da mesma forma, a educação estadual e municipal, patinam, não conseguem se mover no IDEB. Quando há investimento é sempre em estrutura física – importante, não se nega -, mas sem corresponder a uma intervenção, ou peso, no professor, para combate ao absenteísmo, a qualificação, a avaliação permanente de desempenho. É mister ainda uma administração educacional capacitada, educação integral verdadeira e não mera maquiagem escolar com abertura em dois turnos. Isto sem falar no projeto pedagógico, no currículo nacional que modifique o perfil acumulativo de informações, que tendem ao infinito e estão frequentemente desconectadas da realidade. Precisamos, urgente, revermos nossa educação com um projeto de prazos, modelos e metas definidas.