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César Oliveira

O dilema de Geilson: ser ou não ser

27 de janeiro de 2015 | 10h 57
O dilema de Geilson: ser ou não ser
Com adesão do PTN ao governo Rui, Geilson, foi colocado em uma sinuca de bico. Contumaz e duro crítico do governo Wagner reelegeu-se com este discurso. Agora, corre o risco de ver sua postura engolida pelo partido que aderiu aos belos olhos do PT depois de rejeitado por ACM Neto.
 
Geilson, com todo direito, deve sonhar em ser prefeito de Feira. Certamente gostaria de estar na fila em 2016, mas com Ronaldo trabalhando pela reeleição terá de adiar para 2020, só que com isso terá mais uma dura campanha de reeleição para deputado em 2018.
 
 
 
Estando na base do governo teria sua eleição facilitada. Mas o sonho de ser prefeito ficaria mais difícil porque o PT não costuma oferecer esta sombra toda e nem se sabe como o país vai andar.
 
 
Ficando onde está, manteria o discurso - importante em um homem como ele que além de deputado é jornalista - mas certamente precisaria contar com um apoio muito mais generoso de Ronaldo, que, por sua vez, não deve querer perder o peso de seu apoio para sua própria eleição municipal. A mudança de lado acrescentaria peso a candidatura de Zé Neto e desfalcaria o atual prefeito, motivo pelo qual o canto da sereia do governo estadual não deve ter sido pequeno.
 
 
O imponderável em ficar onde está é que não há garantias de que Ronaldo o escolheria para sucessão. Tentei um contato com o deputado, para ouvi-lo, mas não consegui. A sorte está lançada e a fila cresce...


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