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Educação

Professores farão ato público no Centro Administrativo da Bahia

15 de maio de 2015 | 11h 00
Professores farão ato público no Centro Administrativo da Bahia

O Movimento Docente (MD) das quatro universidades realizará um ato público na próxima terça-feira (19), em frente à Secretaria Estadual de Educação (SEC), mesmo dia em que se reúne com o governo, às 10h. A mobilização, que conta com o apoio dos estudantes e técnico-administrativos, num movimento unificado em defesa da educação pública, tem o objetivo de pressionar os gestores estaduais a avançarem nas negociações. Esta será a quarta reunião marcada neste ano, mas ainda não há propostas que contemplem as reivindicações apresentadas pelos professores.

Na última segunda (11), o governo convocou uma reunião de última hora, o que gerou na direção do movimento e nos professores uma expectativa no atendimento da pauta. No entanto, Josias Gomes, secretário das Relações Institucionais, causou indignação aos docentes ao informar que o encontro se tratava de um “bate-papo”. Os coordenadores das ADs ressaltaram que a pretensão da categoria era obter respostas sobre a pauta de reivindicações, que prevê 7% da Receita Líquida de Impostos (RLI) para as Ueba, revogação da lei 7176/97, ampliação do quadro de vagas para professores e a desvinculação das classes, respeito aos direitos trabalhistas dos docentes; aumento nos incentivos do Estatuto do Magistério Superior; mais o pagamento do reajuste linear com reposição integral da inflação.

Questionado sobre a revogação da 7176/97, o governo disse que iria fazer um estudo jurídico. Em se tratando da reivindicação de 7% da RLI para as Ueba, da ampliação do quadro docente e do aumento nos incentivos do Estatuto do Magistério Superior, o governo afirmou que não havia orçamento para atendimento das demandas. Após pressão intensa do Movimento Docente, o governo se comprometeu a apresentar uma proposta na reunião que acontecerá na próxima terça (19).

As Universidades Estaduais da Bahia (Ueba) deflagraram greve por tempo indeterminado em assembleias realizadas no dia 07 deste mês. O movimento, instrumento legítimo de luta da classe trabalhadora, foi a alternativa adotada após quase cinco meses tentando discutir a pauta e resolver os problemas causados pela crise financeira nas instituições.



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