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Vigilância diz que vai intensificar ações contra leishimaniose em Feira

27 de janeiro de 2018 | 11h 09
Vigilância diz que vai intensificar ações contra leishimaniose em Feira
Foto: Reprodução
A área onde residia o agente de portaria Antonio César da Silva, 34 anos de idade, morto na quinta-feira (25), acometido de leishimaniose (doença denominada calazar, quando em cães), vai ser alvo de uma ação preventiva das equipes do Departamento de Vigilância Epidemiológica, órgão da Secretaria Municipal de Saúde. A informação é da diretora do Departamento, enfermeira Francisca Lúcia de Oliveira.
 
A vítima morava em uma comunidade em Maria Quitéria, zona rural do município. Conforme a diretora, o distrito é prioridade da Vigilância Epidemiológica, em suas ações de controle, desde 2016, através do Programa Municipal de Leishmaniose.
 
“O que faremos agora é um reforço deste trabalho, não apenas no local onde morava este jovem, mas em outras comunidades do distrito. É preciso contar com a colaboração da população, cuidados com seus cães e com as formas de proliferação do mosquito transmissor da doença”, diz ela.
 
Entre os bairros assistidos pela campanha estão Aviário, Jussara, Campo do Gado Novo, Caraíbas, Pampalona e George Américo. A ação também ocorre nos distritos de Jaguara, Tanquinho e Governador João Durval. As pessoas podem obter orientações em contato com o Disk Saúde, através do telefone 0800 284 6656, ou com o Centro de Controle em Zoonoses, 3614-3613.
 
A leishmaniose é transmitida através da picada do flebótomo, conhecido popularmente como mosquito palha. Este inseto transmite a doença a partir de animais doentes, como cachorros e roedores, a outros animais e aos humanos. Existem dois tipos da doença, a visceral e a tegumentar.
 
A visceral apresenta sintomas de febre, palidez, fraqueza e aumento das vísceras. Já a tegumentar tem como sintomologia lesões na pele e feridas com bordas elevadas. Nos animais, o quadro clínico para ambas as patologias, é febre, emagrecimento, feridas em geral no focinho, orelhas e extremidades, sangues nas fezes e crescimento exagerado das unhas.
 
A prevenção pode ser feita através do uso de repelentes, principalmente no horário de entardecer, limpeza de quintais e terrenos, poda de árvores, destino adequado ao lixo, limpeza de casas ou abrigos de animais domésticos. É importante atentar para saúde destes animais, como forma de prevenir a doença.

FONTE: Secom



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