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Economia

Bahia tem aumento de renda e queda de pobreza

30 de janeiro de 2015 | 11h 58
Bahia tem aumento de renda e queda de pobreza
A Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI) divulga os resultados da PNAD 2013 – boletim que dá continuidade às investigações temáticas iniciadas em 2012, a partir da construção de indicadores com base nos microdados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios – PNAD, realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE. O estudo investiga o comportamento do rendimento da população baiana entre 2007 e 2013, que experimentou um crescimento real de 33,9% na renda média, passando de R$ 837 para R$ 1.121 no período. Na zona urbana o rendimento passou de R$ 979 para R$1.280, enquanto na zona rural o aumento foi de R$ 504 para R$ 640 no período considerado.
 
Redução da extrema pobreza – Para o cálculo da extrema pobreza e da pobreza foram considerados os critérios do Plano Brasil sem Miséria com valores atualizados. As linhas encontradas para 2013 mostram que famílias que vivem com menos do que R$ 84 de renda domiciliar mensal per capta é considerada extremamente pobre, e aquelas que vivem com rendimento entre esse valor e R$ 168 per capta é considerada pobre. Foi verificada a redução na Bahia, entre 2007 e 2013, da taxa de extrema pobreza de 10% para 6,5%, e da taxa de pobreza, que passou de 21,7% para 10,4% no período. No Brasil a extrema pobreza caiu de 5,5% em 2007, para 3,5% em 2013, e a pobreza de 11% para 5,3% no período.
 
As reduções das taxas representam a saída de pouco mais de 2 milhões de baianos da condição de pobreza, entre 2007 e 2013. O número coloca a Bahia como o Estado que mais avançou na redução absoluta de pobreza e extrema pobreza no recorte temporal analisado. No Brasil, são menos 13,4 milhões de pessoas em pobreza ou extrema pobreza, sendo o Nordeste responsável pela saída de 7,2 milhões; o Sudeste por 3,1 milhões; o Sul e o Norte por aproximadamente 1,2 milhões cada; e o Centro-Oeste por 777 mil. Em 2013 o estado com a maior proporção de pobreza é Alagoas (13,8%), e de extrema pobreza o Maranhão (14,8%). As menores taxas são de Santa Catarina (1,3%) para a pobreza, e Distrito Federal para extrema pobreza (0,8%).
 
Segundo Armando Castro, Diretor de Pesquisas da SEI, “esse resultado reforça a eficiência não só da política de transferência de renda, mas de todo um arcabouço de políticas econômicas e sociais voltadas ao desenvolvimento social”.
 
A série de estudos da SEI com base na PNAD está disponível na internet, no endereço www.sei.ba.gov.br.


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