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Secretário diz que atraso é do governo federal

22 de Maio de 2015 | 10h 49
Secretário diz que atraso é do governo federal
No protesto de terça-feira, os comerciantes do MAP fecharam a Getúlio Vargas e deram as mãos em torno do prédio em reforma

“Só falta pintar e botar telha”, diz o secretário de Desenvolvimento Econômico de Feira de Santana, Antonio Carlos Borges Júnior, sobre a obra que não anda do Mercado de Arte Popular. Ele estima que 70% do serviço esteja completo. Mais adiante reconhece que também falta concluir a parte elétrica. E diz que foram executados parte hidráulica, pisos, banheiros e recuperação de pilastras.

Leia também: Comerciantes desistem de MAP provisório e pedem pressa em reforma

A obra caminha a passos lentos, de acordo com ele, porque o dinheiro vem de um convênio com o Ministério do Turismo, que atrasa os repasses. Os R$ 442 mil enviados até hoje representam um pouco menos de um terço do valor total de R$ 1,4 milhão orçado.

A construtora contratada, Vasco Marinho, bancou valor equivalente, segundo o secretário, para que o serviço chegasse ao estágio atual. Mas já não tem capital para adiantar mais. Antonio Carlos diz também que o governo municipal não pode lançar mão de recursos próprios, pois incorreria em improbidade administrativa.

Quanto ao espaço provisório na Olímpio Vital, ele reconhece que pode ser ruim para o ramo de alimentação, dada a proximidade do restaurante popular, que vende o almoço por R$ 2,00. Mas acredita que para os demais o espaço é o mais adequado possível. “Queriam ir para o espaço Marcus Moraes, ficar debaixo de sol e chuva e nós fizemos questão de oferecer um lugar digno, com rampas de acesso, com banheiros”, ressalta. Ele lembra que o governo paga o aluguel do espaço e acha que foram poucos os que deixaram o MAP provisório, preferindo se instalar em outro local pelo centro da cidade.

Para demonstrar que o governo se preocupa com os comerciantes do local, ele lembra que no ano passado levou os comerciantes à Paraíba, em uma viagem de capacitação para conhecer um centro de venda de artesanato mais desenvolvido.



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