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Política

PF aponta indícios de participação de 39 em organização criminosa no Ministério do Trabalho

22 de agosto de 2018 | 09h 52
PF aponta indícios de participação de 39 em organização criminosa no Ministério do Trabalho

O relatório final da Operação Espúrio, deflagrada em maio, que apura um suposto esquema de venda de registros sindicais no Ministério do Trabalho foi concluído pela Polícia Federal nesta terça-feira (21) .

O suposto esquema, conforme as investigações, cobrava propina de interessados em fazer o registro de sindicatos no ministério. Em troca, apontou a PF, essas entidades furavam a fila dos pedidos e tinham os registros aprovados.

O relatório, segundo o G1, aponta indícios de que 39 pessoas integravam uma organização criminosa com o objetivo de fraudar os registros. Outros crimes apontados pela investigação, como os de corrupção, serão apurados em inquéritos derivados da Operação Espúrio.

Entre os apontados pela Polícia Federal como integrantes da chamada organização criminosa estão: o ex-ministro do Trabalho, Helton Yomura, apontado por investigadores como "testa-de-ferro" no ministério da deputada Cristiane Brasil (PTB-RJ), a própria Cristiane Brasil, Roberto Jefferson, presidente nacional do PTB, Paulinho da Força, deputado federal (SD-SP), Jovair Arantes, deputado federal (PTB-GO), Wilson Filho, deputado federal (PTB-PB) e Nelson Marquezelli, deputado federal (PTB-SP). Todos negam envolvimento. 

Com a conclusão do inquérito, a Procuradoria Geral da República poderá oferecer denúncia se entender que os indícios justificam a responsabilização criminal dos apontados como responsáveis. Se a PGR denunciar e a Justiça aceitar a denúncia, eles viram réus em ação penal.

Em julho, após a posse do ministro Caio Vieira de Mello, o Ministério do Trabalho suspendeu por 90 dias a concessão de registros sindicais.

FONTE: Bnews



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