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Imagens tridimensionais também ajudarão na reconstrução do prédio do Museu Nacional

Da Redação - 05 de setembro de 2018 | 13h 34
Imagens tridimensionais também ajudarão na reconstrução do prédio do Museu Nacional
Foto: Reprodução

Além de possibilitar a identificação das causas do incêndio que destruiu o acervo do Museu Nacional no último domingo (2), a recriação do prédio em formato 3D também ajudará no processo de reconstrução do local, inclusive preservando as características originais.

Os peritos de criminalista da Polícia Federal (PF) trabalham na parte externa do museu desde a manhã desta quarta-feira (5), com o auxílio de drones e sensores térmicos. A operação conta ainda com a colaboração do engenheiro elétrico do Museu Nacional, para identificar as causas do incêndio.

O trabalho de levantamento das imagens deve durar pelo menos uma semana, período em que os escombros do incêndio ficarão interditados.

O fogo que destruiu a maior e mais importante instituição museológica de História Natural e Antropologia da América Latina pode ter alcançado a temperatura de mil graus, segundo o Corpo de Bombeiros. Segundo o jornal O Dia, até mesmo os materiais mais resistentes (como as vigas colocadas na estrutura do terceiro andar, onde ficava a área de etnologia) ficaram retorcidos.

Ainda segundo o jornal, “no terceiro piso, além da área de exposições, havia reservas técnicas usadas por pesquisadores. Uma delas eram materiais colhidos da estação biológica de Santa Lúcia, na cidade de Santa Teresa, no Espírito Santo, área que possui 400 hectares de Mata Atlântica preservada”, destaca o periódico.

Funcionários do Museu Nacional e de outros institutos também estão no local. Eles formaram uma rede de solidariedade, para ajudar nos trabalhos. O grupo também está oferecendo apoio emocional aos amigos que atuaram na instituição por toda uma vida e que estão desolados com a tragédia.

Um deles, diz O Dia, é o ex-chefe do escritório técnico da entidade, Ricarte Linhares Gomez. Aposentado há 3 meses, o funcionário dedicou duas décadas de sua vida ao Museu Nacional. Em entrevista, ele afirmou que foi um dos responsáveis por tocar o projeto que resultou no aporte de R$ 21 milhões do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Segundo ele, uma das exigências era o projeto de segurança.



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