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Mercado vendia peixes com olhos de plástico, para enganar consumidor

Da Redação - 05 de setembro de 2018 | 15h 47
Mercado vendia peixes com olhos de plástico, para enganar consumidor
Foto: Reprodução

Você sabe como escolher um pescado de boa qualidade? Uma das principais maneiras de evitar levar um peixe estragado para casa é observar se olhos do animal estão brilhantes. Em caso positivo, a carne está fresca e apta para o consumo. Caso estejam embaçados ou esbranquiçados, você poderá ter sérios problemas de saúde.

A recomendação é redobrar a atenção na hora de comprar. Isto porque você pode ser enganado, caso não avalie bem o estado do produto. Esta semana, um mercado de frutos do mar no Kuwait foi autuado e fechado por estar vendendo peixes podres como se fossem frescos. De acordo com o IG Economia, a artimanha usada para enganar os clientes consistia em “maquiar” os olhos dos pescados.

O site internacional Al Arabiya noticiou que os comerciantes, ao perceberem que os peixes haviam estragados, substituíam os olhos do animal por outros de plástico. E, assim, conseguiam vender o produto aos consumidores mais desatentos.

Ainda segundo o Ig Economia, a fraude foi descoberta por um consumidor que levou o pescado adulterado para casa. O homem só percebeu que tinha sido enganado na hora de tratar o peixe. Ao começar a limpá-lo, notou que os olhos “esbugalhados” deslizaram pela carne. Decidiu, então, tirar fotos, para comprovar que havia sido ludibriado.

Com a denúncia, o estabelecimento foi fechado. E o caso até gerou ironias, por parte dos concorrentes. Outro mercado local passou a anunciar que só vendia peixes “sem cirurgia plástica”.

INFECÇÃO – Conforme o IG Economia, outro caso de venda de peixes estragados também teve grande repercussão na última semana. Um idoso proveniente da Coreia do Sul sofreu complicações graves após ingerir o alimento cru. O homem, de 71 anos, precisou ter a mão e o antebraço amputados.

Segundo o tabloide britânico Daily Mail, algumas horas após a ingestão do pescado, o idoso começou a notar inchaço nos membros superiores, além do surgimento de hematomas e bolhas. Os médicos que socorreram a vítima drenaram as bolhas, removeram o tecido infectado e liberaram o paciente para seguir o tratamento com antibióticos em casa. Mas o quadro se agravou.

Algumas semanas após a alta, o homem deu nova entrada no hospital de Jeon, na Coreia do Sul, apresentando febre, dores fortes e nova lesão bolhosa na mão. Do tamanho de uma bola de golfe, a bolha também apresentava forte mau cheiro. 

A junta médica responsável pelo paciente informou que a infecção foi potencializada por uma bactéria denominada Vibrio vulnificus  (vibrião). E que, em função do apodrecimento das áreas afetadas, foi preciso realizar um procedimento cirúrgico para a amputação do membro atingido.

Conforme o portal IG Economia, o caso não está necessariamente relacionado ao consumo de peixes, mas à ingestão de frutos do mar portadores do micro-organismo.



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