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Bahia

Taxa de desemprego tem pequena variação positiva na RMS

28 de maio de 2015 | 17h 06
Taxa de desemprego tem pequena variação positiva na RMS

As informações captadas pela Pesquisa de Emprego e Desemprego, realizada pela SEI em parceria com o DIEESE, SEADE e SETRE, mostram que, em abril, a taxa de desemprego total da Região Metropolitana de Salvador teve pequena oscilação, ao passar de 17,3% para 17,5% da População Economicamente Ativa (PEA). Segundo suas componentes, a taxa de desemprego aberto cresceu de 12,3% para 12,9% e a de desemprego oculto reduziu de 5,1% para 4,6%, no período em análise.

Em abril, o contingente de desempregados foi estimado em 319 mil pessoas, situando-se no mesmo patamar do mês anterior. Essa estabilidade ocorreu porque o número de postos de trabalho eliminados foi idêntico ao de pessoas que se retiraram da PEA (20 mil).

Ainda em abril, o contingente de ocupados declinou em 1,3%, passando de 1.526 mil para 1.506 mil pessoas. Segundo os principais setores de atividade econômica analisados, houve declínio no setor de Serviços (16 mil ou 1,7%) e na Indústria de transformação (6 mil ou 4,4%). Os setores da Construção e o de Comércio e reparação de veículos automotores e motocicletas permaneceram estáveis.

Segundo a posição na ocupação, o contingente de trabalhadores assalariados declinou no mês de abril (29 mil ou 2,7%). O assalariamento diminuiu no setor privado (30 mil ou 3,3%) e permaneceu relativamente estável no setor público (-1 mil ou -0,7%). No setor privado, o número de ocupados reduziu entre aqueles com carteira assinada (29 mil ou 3,6%) e, em menor medida, entre os sem carteira (1 mil ou 1,0%). Registrou-se acréscimo na categoria Outras posições ocupacionais, que incluem empregadores, trabalhadores familiares e donos de negócio familiar, entre outros (6 mil ou 9,0%) e no contingente de empregados domésticos (2 mil ou 1,8%); enquanto houve relativa estabilidade entre os trabalhadores autônomos (+1 mil ou +0,4%).

No mês de março, o rendimento médio real decresceu para os ocupados (1,4%) e para os assalariados (2,2%). Seus valores passaram a equivaler a R$ 1.295 e R$ 1.366, respectivamente.

COMPORTAMENTO EM 12 MESES - Entre os meses de abril de 2014 e de 2015 a taxa de desemprego total diminuiu de 17,7% para os atuais 17,5% da PEA. Esse resultado deveu-se à taxa de desemprego oculto, que passou de 4,8% para 4,6%, já que a taxa de desemprego aberto permaneceu estável em 12,9%.

Nos últimos 12 meses, o contingente de desempregados decresceu em 15 mil pessoas. Esse resultado deveu-se à saída de 63 mil pessoas da PEA, número superior ao do declínio do contingente ocupado (48 mil). A taxa de participação diminuiu de 59,5% para os atuais 56,5%.

No período em análise, o número de ocupados apresentou declínio de 3,1%, passando de 1.554 mil pessoas para 1.506 mil. Entre os setores de atividade econômica analisados, o nível ocupacional diminuiu na Construção (29 mil ou 18,2%) e no Comércio e reparação de veículos automotores e motocicletas (15 mil ou 5,0%), enquanto permaneceu relativamente estável nos Serviços (-2 mil ou -0,2%) e não variou na Indústria de transformação.

Segundo a posição na ocupação, nos últimos 12 meses, o emprego assalariado declinou (25 mil ou 2,4%), devido à redução no setor privado (28 mil ou 3,1%), já que o setor público permaneceu praticamente estável (1 mil ou 0,7%). No setor privado, registrou-se decréscimo no número de assalariados com carteira de trabalho assinada (8 mil ou 1,0%) e, em maior intensidade, no de sem carteira (20 mil ou 16,5%). Houve redução no contingente de empregados Domésticos (16 mil ou 12,1%) e, com menor intensidade, no de trabalhadores Autônomos (4 mil ou 1,4%) e no agregado Outras posições ocupacionais, que incluem empregadores, trabalhadores familiares e donos de negócio familiar, entre outros (3 mil ou 3,9%).

Entre março de 2014 e março de 2015, o rendimento médio real aumentou entre os ocupados (0,9%) e reduziu entre os assalariados (0,7%).

Nesse período, a massa de rendimentos diminuiu para os ocupados (0,8%), como resultado do decréscimo do nível de ocupação, já que o rendimento médio real se elevou. Entre os assalariados também registrou-se pequeno declínio (0,6%), devido à redução do salário médio real, pois o nível de emprego apresentou ligeira variação positiva.     

FONTE: ASCOM - SEI



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