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China diz que não há, 'por enquanto', restrições para importações brasileiras após encontrar coronavírus em frango

13 de agosto de 2020 | 14h 43
China diz que não há, 'por enquanto', restrições para importações brasileiras após encontrar coronavírus em frango
Foto: Divulgação
A Embaixada da China no Brasil afirmou na tarde desta quinta-feira (13) que “por enquanto, não há novas restrições para a importação brasileira” após identificar o novo coronavírus em um carga de carne de frango brasileira.
 
"O lado chinês está trabalhando com lado brasileiro para melhor identificar onde e como ocorreu a contaminação", diz a embaixada em nota enviada ao G1.
 
O Ministério da Agricultura disse, em nota, que "até o momento não foi notificado oficialmente pelas autoridades chinesas sobre a ocorrência" e que pediu explicações à Administração Geral de Alfândega da China (GACC).
 
"Através de colaboração e entendimento mútuo, os eventuais impactos sobre o comércio bilateral serão gerenciados e controlados de forma objetiva e científica", completa a nota chinesa.
 
De acordo com o número de registro informado no comunicado da prefeitura de Shenzhen, o lote pertence ao frigorífico Aurora, de Santa Catarina. O G1 procurou a empresa às 9h24, mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem.
 
O G1 também procurou a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), que disse que "está analisando as informações de possível detecção de traços de vírus em embalagem de produto de origem brasileira"
 
Em nota, a Associação Catarinense de Avicultura (Acav) disse o processo produtivo é seguro e que o setor está em contato com a China.
 
Atualmente, o Brasil tem 6 frigoríficos com exportações suspensas para a China por conta de preocupações com a Covid-19. Nenhum deles é da Aurora.
 
"Segundo a Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação (FAO) e a Organização Mundial da Saúde (OMS), não há comprovação científica de transmissão do vírus da COVID-19 a partir de alimentos ou embalagens de alimentos congelados", diz o Ministério da Agricultura.


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