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Henri Castelli chora, em vídeo, ao falar sobre rosto desfigurado após agressão sofrida em Alagoas

12 de Janeiro de 2021 | 14h 24
Henri Castelli chora, em vídeo, ao falar sobre rosto desfigurado após agressão sofrida em Alagoas
Foto: Reprodução/Instagram

O ator Henri Castelli resolveu se pronunciar sobre os rumores de que havia se envolvido em uma briga, em Alagoas, Maceió, no último dia 30. Ele disse que deu entrada na Santa Casa de Alagoas após sofrer uma brutal e covarde agressão e que está “rezando para não ficar com sequelas”.

O artista estava na região por ocasião das festas de pré-Réveillon, ao lado do também ator Gil Coelho. Inicialmente, ele escreveu, em suas redes sociais, que havia sofrido um acidente na academia. No entanto, depois de ser operado, para corrigir uma fratura exposta na mandíbula, o ator resolveu falar o que realmente aconteceu. “A verdade é que não foi um acidente e não foi na academia. Eu fui agredido covardemente sem que eu pudesse reagir ou me defender”, revelou.

Castelli disse que estava com alguns amigos quando, “do nada”, foi “puxado pelas costas, pelo pescoço, jogado no chão e agredido”. Ele destacou que foi “vítima de socos e chutes, que levaram a uma fratura exposta na mandíbula”.

Sem conter a emoção, o ator falou que percebeu a gravidade da lesão a caminho do hospital. “A impressão que eu tinha era que minha boca estava pendurada naquele momento”, lembrou, enfatizando que ligou para sua dentista. A profissional o orientou, então, a ir ao hospital mais próximo.

Ele disse ainda que a dentista acompanhou, de forma virtual, o trabalho dos profissionais alagoanos. “O médico e sua equipe foram espetaculares, agradeço aqui publicamente”, ressaltou, informando que sua mandíbula foi amarrada com um fio de aço, a fim de que pudesse, primeiro, cumprir compromissos profissionais em Fernando de Noronha e, depois, viajar a São Paulo, para realizar a cirurgia corretiva.

PREOCUPAÇÃO COM A MÃE – Castelli não revelou o ocorrido à família, inicialmente. O ator pediu à sua assessora de imprensa para comunicar que havia ele sofrido um acidente. O intuito era preservar a mãe. “Para quê?! Para não assustar a minha família, porque ligar pra sua mãe e dizer: ‘mãe, eu fui agredido, fraturei a minha mandíbula, mas eu estou bem’, não era a melhor ideia a se fazer”, ponderou, salientando que ela só soube do motivo da fratura após a cirurgia.

O advogado do artista o orientou a registrar queixa em uma delegacia de polícia local. Posteriormente, ele foi encaminhado ao Instituto Médico Legal de Maceió, para realizar exame de corpo de delito. Os agressores foram chamados a prestar esclarecimentos. A operação só foi realizada no dia 7 de janeiro, no hospital Albert Einstein, quando ele retornou à capital paulista. “Naquele momento, eu só pensava na minha família, nos meus filhos, eu senti muito medo de ficar com sequelas para sempre, porque a minha boca ainda está torta e muito inchada e roxa”, lamentou, afirmando que apenas agora se sentiu tranquilo tornar público o que aconteceu.

Henri Castelli permanece em repouso. Sobre a violência sofrida ele declarou que não tem raiva e que só quer se restabelecer totalmente. “A todos aqueles que, infelizmente, não sabem o que fazem, eu perdoo. (...) Não tenho raiva nenhuma. Só quero me recuperar e rezar e ficar sem sequelas nenhuma”, concluiu.

CINCO AGRESSORES – Conforme o Boletim de Ocorrência, o ator teria sido agredido por mais de quatro homens, 15 minutos após chegar ao local do incidente. O documento diz que testemunhas informaram que os agressores são filhos de um ex-governador e que estavam acompanhados do prefeito de Barra de São Miguel, Biu de Lira (PP), suposto dono da Marina onde o ataque aconteceu. Os seguranças do estabelecimento, que se recusou a entregar as imagens das câmeras de monitoramento, não tentaram conter os agressores, segundo o inquérito.

O agressor que deu início ao espancamento tem diversas queixas por lesão corporal. Segundo uma das testemunhas, Henri Castelli e os amigos receberam suporte de Carlinhos Maia, que estava com um segurança armado e carro blindado. “Ficamos uns 30 minutos na casa dele, aguardando para ver se já poderíamos ir embora”, disse uma das pessoas que presenciaram a agressão.



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