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Cultura

Fundação Pedro Calmon inscreve para Curso de Escrita Criativa

01 de setembro de 2015 | 16h 17
Fundação Pedro Calmon inscreve para Curso de Escrita Criativa
Ana Maria Gonçalves, uma de nossas maiores escritoras

A escritora Ana Maria Gonçalves será a responsável pelo Curso de Escritas Criativas, que a Fundação Pedro Calmon, unidade da Secretaria de Cultura do Estado (Secult), vai realizar gratuitamente em outubro para o público jovem, estudantes e interessados na temática. As inscrições podem ser feitas até o próximo dia 11. Serão disponibilizadas 30 vagas e mais 70 para os workshops temáticos, previstos para o mesmo mês. 

Coordenado pela Diretoria do Livro e Leitura, o curso é uma ação integrada ao Plano Estadual do Livro e Leitura (PELL) e durará oito semanas (20 aulas), com aulas entre dois a três dias na semana, a partir do dia 5 de outubro, das 19 às 21h, na Biblioteca Pública do Estado, no bairro dos Barris, em Salvador.

Os interessados devem se inscrever mediante protocolo de documentação, ficha de inscrição preenchida no site da Fundação e um texto de até 10 linhas justificando o interesse em ser selecionado para o curso. Os envelopes contendo toda documentação exigida precisam ser entregues na sede da FPC, no Edifício Brasilgás, 4º andar, sala 1, Centro, Salvador ou por via postal, com Aviso de Recebimento (AR).

Além das aulas teórico-práticas, os selecionados participarão de cinco workshops temáticos - Poesia, Conto, Roteiro, Quadrinhos e Teatro -, com escritores e poetas convidados. Os workshops começam dia 17 de outubro, também na Biblioteca ,durante todo o dia. Todas as datas, temas e horários e outras informações estão disponíveis no edital disponível também no site da FPC.

Realidades 

A escritora Ana Maria Gonçalves considera o estímulo à leitura e sua consequência natural, que é a escrita, uma oportunidade de desenvolvimento pessoal e social para os jovens. “Estudos indicam que, quem lê ou quem pode ser considerado um leitor funcional até a terceira série, fica três anos a mais na escola do que quem não lê, abrindo novas possibilidades de trabalho e de vida. E a única maneira de se aprender a ler, de se adquirir gosto e fluência, é lendo”. 

O curso também é uma iniciativa de formação de novos escritores, um cenário hoje dominado – segundo pesquisas indicadas pela escritora – por um perfil ainda elitista. “A literatura brasileira contemporânea é um reflexo da nossa segregação social e racial, que também coloca o negro e o pobre como personagens de uma história na qual não há ascensão possível, nem possibilidade de fuga do que ele vai aprendendo a chamar de destino”.
 

FONTE: SECOM-BA



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