Tribuna Feirense

  • Facebook
  • Twiiter
  • (75) 9707-1234
  • Feira de Santana, quinta, 09 de julho de 2026

Saúde

Em Feira de Santana, 33 pacientes internados na rede municipal de Saúde aguardam por regulação para hospitais estaduais

12 de Janeiro de 2022 | 09h 12
Ouvir a matéria:
Em Feira de Santana, 33 pacientes internados na rede municipal de Saúde aguardam por regulação para hospitais estaduais
Foto: Izinaldo Barreto/Ilustração

Acomodados em Unidades de Pronto Atendimento (UPA) e Policlínicas de Feira de Santana, 33 pacientes esperam transferência para hospitais públicos estaduais. As vagas são disponibilizadas pelo Sistema de Regulação do Governo do Estado. 

De acordo com a Prefeitura Municipal, aos 71 anos, a paciente M. G. O. aguarda uma vaga há 11 dias. Ela necessita de tratamento para pneumonia. Outro paciente, identificado com as iniciais A. R. N., precisa de um leito hospitalar para tratar uma colecistite, inflamação na vesícula biliar. Ele espera uma vaga há oito dias

Dos 33 pacientes, 11 estão na UPA Mangabeira; sete na UPA Queimadinha; nove nas Policlínicas dos bairros George Américo e Feira X e do distrito de Humildes, sendo três em cada uma delas; quatro na Policlínica do Parque Ipê; e dois na Policlínica da Rua Nova.

Segundo Vera Lúcia Galindo, coordenadora das Policlínicas e Unidades de Pronto Atendimento da Secretaria Municipal de Saúde (SMS) de Feira de Santana, conseguir transferência para hospital leva de quatro e 35 dias, em média. O prazo, segundo ela, não é satisfatório, porque, no seu entendimento, “quando se trata de saúde, cada minuto é valioso para manter a vida”. 

A gestora destaca, ainda, que a demora em realizar a transferência dos pacientes sobrecarrega o sistema de saúde municipal, fazendo com que as unidades fiquem lotadas. Além disso, também expõe os pacientes a uma espera exaustiva por tratamento adequado. 

FUNCIONAMENTO – O Sistema de Regulação Estadual é uma ferramenta do Governo do Estado que disponibiliza vagas em unidades públicas hospitalares, conforme critério de gravidade e não proximidade. Assim funciona visando a democratização do acesso.

Para isso, o paciente atendido em uma unidade de urgência e emergência é avaliado e submetido a exames laboratoriais ou de imagem, de acordo com as condições clínicas. Se comprovada a necessidade de assistência hospitalar, os profissionais da unidade solicitam a regulação no sistema, para que o paciente tenha a assistência adequada.



Saúde LEIA TAMBÉM

Charge da Semana

Charge do Borega

As mais lidas hoje