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Saúde

Mundo alcança maior média diária de mortes por Covid-19 em 4 meses

25 de Janeiro de 2022 | 11h 30
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Brasil voltou a ser um dos países com mais contágios e mortes do mundo

Mundo alcança maior média diária de mortes por Covid-19 em 4 meses
Foto: Kacper Pempel/Reuters

Com o avanço da proliferação da variante ômicron do novo coronavírus, a média diária de mortes por Covid-19, em escala mundial, alcançou o maior patamar em quatro meses. Conforme os dados do Our World in Data, projeto ligado à Universidade de Oxford, a média móvel de casos também bateu recorde, pelo sétimo dia consecutivo, chegando a 3,41 milhões de infectados a cada 24h.

Nesta segunda-feira (24), uma média diária de 8.209 mortes foi registrada no mundo. Este, segundo o G1, é o maior patamar desde 24 de setembro de 2021, quando a média móvel estava em 8.358 óbitos e em trajetória de queda. No entanto, o atual nível não atingiu o pico máximo de mortes da pandemia, registrado em 26 de janeiro de 2021, quando 14,7 mil pessoas perderam a vida em cosequencia da doença, em um único dia.

Os dez países com as maiores taxas de mortes por Covid-19, nos últimos sete dias são:

 

Estados Unidos: 2.188 mortes

Rússia: 669

Índia: 529

Itália: 355

Brasil: 308

Reino Unido: 264

México: 262

França: 251

Polônia: 220

Colômbia: 192

 

Os dez países com as maiores médias de novos casos confirmados nos últimos sete dias são:

 

Estados Unidos: 731 mil

França: 361 mil

Índia: 311 mil

Itália: 173 mil

Brasil: 150 mil

Espanha: 122 mil

Alemanha: 115 mil

Argentina: 106 mil

Reino Unido: 92 mil

Israel: 90 mil

 

BRASIL — Ainda de acordo com o G1, a explosão do número de casos e a alta de óbitos registradas no país, nas últimas semanas, fez o Brasil voltar figurar entre os países com maiores índices de contágio e mortes por Covid-19.

A média móvel de novos casos, em território nacional, também bateu recorde, pelo sétimo dia consecutivo, passando dos 150 mil, o maior patamar já registrado, de acordo com dados do consórcio de veículos de imprensa. A média de mortes também está em trajetória ascendente, voltando a ficar acima de 300, maior índice desde 31 de outubro de 2021.



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