Não tem como deixar de considerar algo medíocre quem tem apenas o dinheiro como limite na vida e molda discursos, afetos, amizades, guiado por este alvo, incapaz de um gesto existencial puro e simples. A compra indiscriminada de todas as relações, se lhe concede os favores e os confortos do dinheiro farto, acabam fazendo com que a vida seja apequenada e isenta das realizações das conquistas pessoais, pois sempre estará servindo, sem escolhas, à ambição da facilidade ou a políticos. E a servidão a um político é a pior das escravidões, pois carece de escrúpulos.
Sérgio Machado desviou, segundo ele mesmo, R$100 milhões da Transpetro. E colocou os filhos para fazer o trabalho sujo. Sérgio Machado é apenas um dos infinitos Sérgios Machados a tirar saúde, educação, merenda, investimentos, do povo brasileiro. É revoltante. Nenhuma delação premiada vale a liberdade de um bandido serial como ele.
"Extrair o máximo possível de recursos ilícitos para repassar aos políticos que o garantiam no cargo".
Talvez as orações, de foro íntimo, tenham me ajudado a ter uma conduta pela qual nunca fui alvo da Justiça. Ao contrário de Blairo.
(do ministro Marcos Pereira, do Desenvolvimento, sobre Blairo Maggi ter dito a Temer que seria ‘impossível’ ter um bispo como ministro da Agricultura)
As obras seguem dia e noite. A pergunta é: quando o Inema deu autorização para construção? Antes ou depois da prefeitura? E, se foi antes, isso por acaso isenta a prefeitura da responsabilidade? É interessante visitar o site da Tribuna Feirense. Lá, em uma sessão chamada Tribuna Contou podemos ver matéria de 2002 sobre a Agenda 21. Em outra matéria de 2008 noticia-se a criação de uma Comissão para elaborar planos de ações de Preservação Ambiental, inclusive anunciando-se a realização de georeferenciamento. A Lagoa Salgada que faz parte da bacia do Subaé seria a primeira. Como podemos ver tantos anos depois foi só conversa fiada para boi dormir nas lagoas invadidas.
Como se não bastasse a delação da Odebrecht, agora o delator Zwi Skornicki, confirma doação ilegal de U$ 4,5 milhões, na Suíça, a pedido do tesoureiro Vaccari, para o marqueteiro da campanha de Dilma. Como se diz no UFC: Dilma foi finalizada.