A Tribuna Feirense completa, no dia de hoje, 27 anos de uma
trajetória marcada pela integridade. Fundado em abril de 1999, pelo jornalista
Valdomiro Silva — ao qual se associou, logo em seguida, o médico César Oliveira,
para viabilizar a transição rumo à periodicidade diária —, o jornal persiste em
sua missão fundamental: o compromisso com a verdade. Ainda que a emoção dos
primeiros passos permaneça viva em nossa memória, hoje, operamos com a solidez
e a maturidade que apenas o tempo é capaz de conferir.
Essa jornada nasceu de um sonho audacioso: o de edificar um
espaço onde a notícia não tivesse donos nem amarras. O processo de fundação foi
forjado sob desafios imensos, em uma redação modesta, mas movida pela crença
inabalável de que a comunidade feirense necessitava de uma voz que não se
curvasse a pressões políticas ou conveniências econômicas.
Naquele momento, o esforço hercúleo da redação e a posterior
montagem da gráfica própria foram atos de resistência e a materialização de um
desejo profundo de democratizar a informação com coragem e qualidade.
Feito por muitas mãos, de profissionais aos quais devemos agradecimento,
pelo respeito e parceria, atravessamos décadas, como um periódico guiado por
princípios liberais e humanistas, com foco intransigente na defesa do meio
ambiente, dos direitos humanos, da educação e da cultura. Nossa linha editorial
sustenta-se nos pilares do Estado de Direito, na liberdade de imprensa, no
repúdio veemente a qualquer forma de censura e no combate incansável à
corrupção, sempre visando à melhoria social, ao desenvolvimento econômico e à
valorização das instituições e da família.
Consolidamos, assim, um perfil de independência que é, hoje,
o nosso maior patrimônio. Entendemos que ser independente é deter a autonomia
necessária para analisar os fatos sem o peso de favores ou concessões. Em um
cenário contemporâneo onde a desinformação se propaga com velocidade alarmante,
nossa trajetória de 27 anos serve como um selo de garantia e um porto seguro
para o leitor.
Somos o resultado de uma escolha diária pela transparência,
atuando de forma ética, responsável e com respeito à informação. Essa força
editorial é o que nos permite olhar de frente para o nosso público e reiterar
que nossa única lealdade é com o fato.
Com a crise do jornalismo impresso e a pandemia, tivemos de
deixar o papel e nos mantermos com um portal na internet. No entanto, este
aniversário transcende a celebração do que fomos; ele é um pacto renovado com o
que seremos. Ao completarmos mais este ciclo, reafirmamos nossa disposição de
evoluir com o tempo, incorporando articulistas, modernizando o site, incluindo
novas tecnologias e linguagens, sem abrir mão da essência humana que fundamenta
nossa escrita.
Escrevemos, hoje, para que as próximas gerações herdem uma
sociedade mais crítica, consciente e, acima de tudo, livre. Estes 27 anos são o
alicerce de um amanhã que continuaremos a construir, dia após dia, com a mesma
paixão, integridade e independência que nos guiaram desde o nosso primeiro
fechamento.
Ao comentar sobre o caso Master Lula disse o seguinte: " se o cara quiser ficar milionário não pode ser ministro da Suprema Corte"
Os leões vão adorar a carne de Alexandre de Moraes e Dias Toffoli que Lula atirou para eles!
A democracia enfrenta ameaças cuja gravidade supera, em
muito, o vandalismo simbólico de uma estátua da Justiça pintada com batom. A
verdadeira anarquia reside na desestruturação do Estado de Direito, alimentada
por uma corrupção que devasta o Judiciário e desmoraliza os tribunais -
inclusive os ditos superiores. Quando a Justiça tem preço, perde a
legitimidade; deixa de ser um pilar institucional para se degradar em balcão de
negócios.
Aos legisladores e magistrados, guardiões da Constituição, é
vedado o desrespeito à liturgia do cargo ou o uso do poder para blindagem
pessoal e obtenção de vantagens pecuniárias. No entanto, o que se observa é o
uso de um inquérito atípico - aberto de ofício e sem prazo determinado, já
apelidado de "inquérito do fim do mundo"- como instrumento de
perseguição e censura. O episódio em que o STF referendou a censura prévia, com
o voto da ministra Carmen Lúcia — um dos mais medonhos da história daquela
instituição —, sob o pretexto de "excepcionalidade", é um marco de
retrocesso. O uso desses mecanismos, somado à produção de "provas
criativas" para acuar críticos, é tática digna de regimes totalitários.
Casos como o contrato de R$ 129 milhões do Banco Master com
a esposa do ministro Alexandre de Moraes — situação em que a contratação de um
escritório sem expressão parece trazer um magistrado como bônus — são
estarrecedores. O patrimônio imobiliário familiar superior a R$ 20 milhões e o
registro de oito voos em aeronaves de Daniel Vorcaro simbolizam o “ creme de la
creme” da imoralidade.
O conflito de interesses é evidente: parcerias no resort
Tayaya, vinculado à família do ministro Dias Toffoli; agendas de luxo no
exterior para degustação de uísque de custo soberbo; decisões monocráticas que anulam multas
bilionárias de réus confessos. Tais ações sinalizam a perda absoluta do pudor
ético exigido pela toga. A promiscuidade atinge seu clímax em manobras para obstruir
investigações e paralisar comissões parlamentares, blindando figuras do sistema
financeiro e político em detrimento do interesse nacional.
A tentativa de evitar a prisão de Vorcaro-o "gângster hedonista”
-, simbolizada na mensagem "conseguiu bloquear?" no celular de um ministro, funciona como uma
delação antecipada de uma intimidade inaceitável. Diante desse cenário, a
Procuradoria-Geral da República mantém uma inércia alarmante. A omissão do
atual PGR — o "cavaleiro da triste figura" — perante fatos de tamanha
magnitude compromete a moralidade do Ministério Público, que assiste
passivamente ao esfacelamento de sua imagem.
O risco de contaminação sistêmica é evidente, refletido nas
notícias recorrentes de magistrados envolvidos em negociatas ou beneficiados
por "penduricalhos" milionários em todo o país. São tantas ilegalidades relatadas pela imprensa que fica
claro que o fundamental Judiciário está sendo arrastado para um pântano
perigoso.
A permanência de Alexandre de Moraes, Dias Toffoli e Gilmar
Mendes no STF empurra o sistema jurídico para um limbo moral. As consequências
transcendem a política: a insegurança jurídica afugenta investimentos, drena a
economia e mergulha a população no desalento. A democracia está sob risco. O
Brasil não pode desistir de afastar esses magistrados -- não como vontade, mas como ultimato- para preservar-se
como nação viável e salvar a própria pele, já tão esfolada por eles.
FONTE: César Oliveira
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