Com a desistência de Nivaldo Vieira, de Jonhatas, falta a definição de Fernando, que pode compor com um dos lados ou cumprir uma vontade que anuncia a cada eleição, de sair a prefeito, se posicionando em um projeto de prazo mais longo. Tem recurso para bancar uma campanha forte. É aguardar para ver. E finalmente, temos o ex-prefeito José Raimundo, que padece dos mesmos males da falta de estrutura partidária e financeira, além da necessidade de uma chapa de vereadores competitiva.
E finalmente, temos o ex-prefeito José Raimundo, que padece dos mesmos males da falta de estrutura partidária e financeira, além da necessidade de uma chapa de vereadores competitiva.
Quando o MP irá pedir uma planilha da Central de Regulação mostrando o tempo gasto entre o pedido de transferência e atendimento de um paciente dentro do sistema? E quantos morreram na espera?
Qual a data que o governo do estado pretende iniciar a construção do Hospital Geral de Feira? E se a data for em longínquo futuro, quando será autorizada uma reforma, uma revisão geral, nas bárbaras condições de atendimento no HGCA?
O governo do estado e o deputado Neto insistem em dizer que a escolha em fazer este hospital foi a mais acertada. É um direito. Tenho, entretanto, a seguinte pergunta: se este era o Hospital mais necessário porque ele nunca funcionou com mais do que 40% de sua ocupação e conseguiu dar conta plenamente da demanda infantil - sabidamente a parcela menor da população - enquanto o Clériston funciona com taxas de ocupação de mais de 200%, apesar de toda contenção que se faz para impedir internamentos por lá?
Chega ao escárnio, a chacota, a fedentina de esgoto, a situação da Câmara Federal. De um lado não consegue cassar o gangster-mor, Eduardo Cunha. Seus asseclas sugeriram pena mais branda, manobraram, e Bacelar (triste Bahia), propôs outro relatório. Enfim, tenta-se de tudo para manter seu mandato. Por outro lado, a Câmara é presidida pelo ridículo Maranhão, mas seus pares não aceitam que ele comande a casa. A que ponto chegamos: um presidente que não consegue sequer presidir uma sessão, sendo apenas decorativo. É o atestado de óbito da degradação institucional da Câmara dos Deputados. Um circo intolerável.