O caos da economia sinalizava claramente a necessidade de mudança de rumos. A ideia do ajuste fiscal mobilizou parte do eleitorado na aceitação – não apoio - a Temer.
Desde que assumiu, no entanto, fruto da interinidade e fruto da leviandade dos discursos, Temer tem aprovado vários reajustes salariais que arrebentam as contas.
Agora, aprova sem sequer um veto, o reajuste do Judiciário, com valores de até 41,5%, atendendo Lewandowski, que vai presidir a sessão de impeachment.
Espero que não reapareça com o discurso cínico de aumento de impostos e “sacrifício da classe média e trabalhadores”. Temer está cobrando um preço caro demais por nos afastar da aberração que era Dilma.