A declaração de Nuzman, presidente do Comitê Olímpico, de que ele fez o Pan, a Olimpíada, o vôlei brasileiro, e que por isso pode até desrespeitar a lei que recomenda não ser presidente por mais de oito anos já foi de uma descortesia e arrogãncia estupenda.
Nuzman não quer admitir que o governo além dos gastos indiretos irá bancar R$260 milhões de déficit dos jogos por isso disse que dinheiro de estatal não é dinheiro público.
É uma das maiores aberrações que já ouvi e de um cinismo olímpico. E já o desqualifica para cuidar do nosso dinheiro.