Cota para trans; reajuste das bolsas pela inflação, direito a acumular bolsas ( o que evita que mais alunos sejam beneficiados), redução da carga horária das bolsas, liberação do campus pra festas, está na pauta dos alunos que ocupam a Reitoria há mais de 40 dias, amofinando o Reitor e obrigando-o a empoladas notas, cheias de eufemismos, impedindo formandos de 11 cursos concluírem sua graduação, com prejuízos econômicos, e quase 10 mil alunos de terem aulas.
O movimento perdeu apoio interno e externo e por isso os relatos de radicalização, agressividade, pautas espúrias, e que buscam apenas criar uma casta de privilegiados dentro da Universidade e completamente desfocados do objetivo do movimento. O que se relata das pautas internas é de arrepiar, mas ainda assim a Reitoria continua com sua postura passiva e desrespeitosa com todos os demais alunos prejudicados. A recusa em realizar uma nova Assembleia Geral dos Estudantes ( AGE), típico de quem perdeu apoio e representatividade e só aceita concordância sinaliza que o movimento não pretender liberar a Universidade.
A greve é um direito inalienável; impedir a atividade de gerenciamento administrativo de um equipamento público deste porte, é inadmissível.
A Reitora da UESC já entendeu que algo que não tem limites já passou dos limites e pediu a desocupação.
Aqui, ou o Reitor toma uma atitude que solucione o problema ou ficará completamente refém e sem crédito.
Chega.