Enquanto a agenda de reformas de Michel Temer segue necessária e correta -Teto de Gastos, Previdência, Educação, Trabalhista- a política parece seguir em surto esquizofrênico, totalmente distanciada da realidade, da necessidade e da esperança e cobrança do povo brasileiro.
Enquanto a economia, em recessão, e depois do PIB negativo de 3,6% - ao contrário do resto do mundo que cresceu- começa a dar sinais de recuperação, ainda que tímidos, a política se torna cada vez mais objeto de desqualificação e desprezo do eleitor. O próprio Temer pisa e repisa nas aspirações nacionais ao insistir em manter Jucá, líder do governo, e garantir o cada vez mais delatado, Padilha - o homem com 4 senhas na Odebrecht-, no governo. Ou, ainda, tentar salvar Moreira Franco com o foro privilegiado. Com o MP e o STF em jogo de empurra, o empresariado vai delatando e saindo para curtir a vida e os políticos seguem tocando seus mandatos e novos negócios escusos, sem que nada coloque fim na bandidagem eleita.
Resta a você, brasileiro, se convencer que país nenhum muda com revolta de whats-app, sem cobrança nas ruas. E partir para uma terapia de choque ou continuaremos carregando todos os velhos criminosos até os fins dos tempos sem controlar a doença.