A eterna relativização do crime fez com o que maior evento e símdo do estado do Rio do Janeiro- o carnaval- seja patrocinado, dirigido, pela contravenção, e acabe divulgado para o mundo, venerado pela mídia e população, esquecendo que ele é o retrato do fronteiriço limite entre legal e ilegal que permeia a existência do Rio de Janeiro.
Neste ambiente de tolerância e cumplicidade o bando do imortal e pantanoso PMDB não poderia encontrar um meio melhor para florescer, alimentado pelo generoso apoio e aval de Lula e Dilma. A formação da quadrilha que saqueou as verbas e o presente dos cariocas , composta por empresários, políticos, membros do poder judiciário, é o retrato acabado do grau de destruição a que pode ser levado uma Sociedade que perdeu completamente os valores de referência moral e escolheu como glamour o lado errado da lei.
A devassidão moral que atinge a Presidência da Assembleia Legislativa e o Tribunal de Contas mostra que é um horror sem fim.