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César Oliveira

Ambulatório da UEFS, de novo

César Oliveira - 26 de Abril de 2017 | 16h 38
Ambulatório da UEFS, de novo
Depois de uma matéria que a Tribuna Feirense publicou no dia 11 de Abril sobre o Ambulatório da UEFS que permanecia inconcluso, contatamos o deputado José Neto e pedimos sua colaboração para tentar solucionar o problema. Faço o relato para ser justo com o deputado, que prontamente buscou a Reitoria e intermediou o encontro com o Secretário de Saúde do Estado, com  boa vontade.  O movimento levou, ainda, a retomada das conversas com a Secretária da PMFS, Denise Mascarenhas, que se dispôs a colaborar. O fato evidenciou, também, que a Universidade não tinha apresentado nenhum projeto, certamente esperando bons tempos.  
 
A entrada em funcionamento do Ambulatório – projeto antigo, que deixei pronto no Curso de Medicina, quando fui Coordenador, depois modificado- vai colaborar de forma importante com a saúde e a ciência local. Primeiro, vai qualificar ainda mais a formação dos alunos da área de saúde; segundo, vai ampliar a possibilidade de realização de pesquisas dentro dos cursos; terceiro, vai ampliar a oferta de espaços de assistência à carente população de Feira; quarto, vai permitir que a Secretária de Saúde reduza suas dificuldades com o atendimento de média complexidade, que é um significativo problema, atualmente.
 
Durante a construção fizemos algumas visitas de supervisão com o Prof. Renato Pires- à época, Coordenador do Curso de Medicina e que deu uma grande colaboração ao seu desenho atual-, e vimos que existe uma série de serviços a serem implantados. Estes podem ser feitos até de forma gradativa, seguindo um calendário. Entretanto, o atendimento de consultório que exige um mínimo de estrutura, pode ser iniciado de forma rápida. A viabilização  de um convênio com a Prefeitura pode permitir o pagamento destas consultas.  Os valores finais, que estimamos no projeto, tenho  certeza que não chega a causar impacto aos recursos municipais e seriam suficientes para esta manutenção mínima, sem comprometer o combalido orçamento da UEFS.
 
Agora, só precisamos de boa vontade, disposição e consciência dos diversos atores para que o Ambulatório cumpra seu papel docente-assistencial sem mais demoras.


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