Embora o escândalo tenha sido armado com o áudio, ele se destinou apenas a criar o ambiente para o que viria: a devastadora delação de Joesley Batista, da JBS. Nela, Temer, ouve confissões criminosas e omite-se de agir; autoriza uso de seu nome para atender interesses do empresário. Aém disso, um pau-mandado seu foi preso com mala de dinheiro fornecido pela JBS.
Há, ainda, a afirmação que Temer participou de uma série de negociatas e recebimento de propina, ao longo dos anos. A perigosa intimidade com o delator, se justifica.
Não há mais qualquer sustentabilidade para Temer. Ele tem de renunciar.