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Economia

Feira lidera ranking do PIB, em cidades do interior nordestino

30 de Maio de 2026 | 12h 02

Resultados colocam o PIB per capita de Feira de Santana em mais de R$ 35 mil

Feira lidera ranking do PIB, em cidades do interior nordestino
Foto: ACM/PMFS

Feira de Santana lidera o ranking de maior Produto Interno Bruto (PIB) formado por dez municípios do interior nordestino, exceto alguns localizados em regiões metropolitanas. Em 2023, o que foi produzido aqui somou R$ 21.846.454,67, valor que é pouco mais de 60% maior do que o PIB do segundo colocado, Goiana, município situado no estado de Pernambuco, que aparece com R$ 13.893.622.

O prefeito José Ronaldo de Carvalho (PIB) atribui o destaque aos investimentos feitos na cidade. “Feira de Santana cresceu muito, nos últimos anos, e vai continuar na rota do crescimento, porque investimentos estão sendo realizados para que o município seja bem visto por investidores. Que aqui se instalem e gerem novos empregos”, disse.

Os resultados colocam o PIB per capita de Feira de Santana em mais de R$ 35 mil — chega-se a este número ao dividir o acumulado pela população local. O valor é superior à média registrada pela Bahia, que é de R$ 30 mil.

Na formação do setor, destacam-se o terciário e o de serviços e comércio — ambos de grande poder de arrecadação, em função da diversificação e da quantidade ofertada. Juntos, eles somam 60% de todo o acumulado.

O índice, conforme o Governo Municipal, mostra todo o potencial do comércio local, que atrai consumidores de todas as regiões do Nordeste, além da gama de serviços, que varia de clínicas médicas à educação, em todos os níveis.

A indústria, que forma o setor secundário, contribuiu com 25,9% — o parque industrial de Feira de Santana absorve 16% dos empregos formais. A Administração Pública responde por 13,5% da formação do PIB. Já a agropecuária, por, apenas, 0,6%.

Além de Feira de Santana (BA) e de Goiana (PE), integram o ranking as cidades de Campina Grande (PB); Vitória da Conquista (BA), Caruaru (PE) e Luís Eduardo Magalhães (BA), todas com mais de R$ 11 bilhões no PIB. Com R$ 10 bilhões, aparecem Petrolina (PE) e Mossoró (RN). Com R$ 9 bilhões, Barreiras (BA) e Imperatriz (MA).



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