A banda Chicafé está confirmada como uma das atrações da Ibifest, Micareta da cidade de Ibipeba, no interior da Bahia. O show será nesta quinta-feira, dia 12 de março, e o grupo, sob o comando do cantor Dinão, promete levar ao circuito da festa um show marcado pela força do axé. A apresentação marca mais um momento importante da agenda de verão da Chicafé, que vem celebrando seus 30 anos de carreira. Para o repertório da ocasião, hits da história do Axé, clássicos que levam a Bahia para o mundo e músicas autorais, inclusive a atual de trabalho, “Descendo” (https://
Evento sob o comando de Laíz De Monteê e Gabriela Saback celebra o Mês da Mulher e tem vendas abertas com vagas limitadas
Após o sucesso da estreia de sua versão pocket, o projeto Reverbere Experience, comandado pela empresária Laíz De Monteê e pela fisioterapeuta Gabriela Saback, anuncia a segunda edição do formato, que vai celebrar o Mês da Mulher. Com vagas limitadas, o evento acontece no dia 17 de março, às 19h20, com uma aula de Yoga Restaurativa, na Vidya Studio, seguida de um brunch saudável da Healthy por Victoria Cintra.
A proposta, mais uma vez, é promover experiência e exclusividade em um encontro intimista para desacelerar o corpo e organizar a mente. “A gente segue com o conceito wellness, convidando mulheres potentes a viverem um momento de pausa que também incentiva o networking com propósito. Neste dia, a ideia é se conectar consigo mesma após um dia exaustivo de trabalho”, diz a produtora de conteúdo e empresária do ramo de moda Laíz De Monteê, nome à frente da maison que leva seu nome.
“A edição anual de 2025, no formato original, foi um grande sucesso. Tivemos ingressos esgotados e cerca de 200 mulheres empresárias e executivas. Diante desse cenário, começamos 2026 com todo o gás, chegando ao mês de março já com a segunda versão pocket, para que possamos promover e fortalecer para ainda mais mulheres o cuidado com a saúde física e mental e as conexões estratégicas”, complementa Gabriela Saback, que é especialista em microfisioterapia e tratamento de dores físicas e emocionais.
A edição do Reverbere Experience pocket no Vidya Studio Salvador tem vagas limitadas, com ingressos que custam R$139,90 e podem ser adquiridos através do WhatsApp (71) 992970034. O ingresso dá direito a uma camisa exclusiva do evento, aula de yoga restaurativa com movimento consciente e respiração pausada e guiada, além do brunch assinado pela Healthy por Victoria Cintra.
O Reverbere Experience foi criado em 2023, com edições anuais, ao final de cada ano. O formato pocket do projeto foi inaugurado em 2026. A estreia aconteceu no dia 5 de fevereiro, no Beach Club Sunna, na Orla de Patamares.
SERVIÇO
Reverbere Experience Versão Pocket - Edição Vidya Studio Salvador
Data: 17 de março (terça-feira)
Hora: 19h20
Valor: 139,90
Local: Vidya Studio Salvador (Alameda das Espatódeas, 618, Caminho das Árvores, Salvador)
Ingressos: À venda através do WhatsApp (71) 992970034
Mais informações: Instagram @reverbereexperience
*Vagas limitadas
Recurso terapêutico estimula cognição, coordenação motora e expressão emocional, ampliando resultados no cuidado infantil
Cada vez mais estudos e práticas clínicas mostram que a música vai muito além do entretenimento: ela é uma ferramenta terapêutica poderosa, capaz de estimular o desenvolvimento cognitivo, motor, emocional e social de crianças com deficiência. Em clínicas especializadas, como a Espaço Kids, a música tem sido incorporada às terapias como recurso estratégico no cuidado infantil.
Ao ouvir, cantar ou interagir com instrumentos, a criança ativa múltiplas áreas do cérebro simultaneamente. Sons e ritmos estimulam memória, atenção, linguagem e coordenação motora, além de favorecerem a organização sensorial. O resultado é um ambiente terapêutico mais dinâmico, acolhedor e eficaz.
De acordo com Jamaica Araújo, fisioterapeuta e
Ela explica que o recurso é adaptado conforme o perfil e as necessidades de cada paciente. “Não se trata apenas de colocar uma canção para tocar. Existe intencionalidade terapêutica. Escolhemos estímulos sonoros específicos para trabalhar a atenção, estimular movimentos ou favorecer respostas cognitivas”, afirma.
Segundo Jamaica, a previsibilidade dos ritmos também contribui para a segurança emocional das crianças. “A repetição de melodias e padrões rítmicos ajuda na organização interna. A criança passa a antecipar o que vem a seguir, o que reduz a ansiedade e melhora a participação nas atividades.
Além dos benefícios cognitivos, a prática musical contribui para o desenvolvimento motor. Atividades que envolvem bater palmas, tocar instrumentos simples ou acompanhar coreografias estimulam coordenação, equilíbrio e consciência corporal. “Quando a criança acompanha o ritmo com o corpo, estamos trabalhando planejamento motor, força e coordenação de forma lúdica. Ela aprende brincando, e isso faz toda a diferença no engajamento”, ressalta.
Outro ganho importante está no aspecto emocional e social. A música favorece a interação, incentiva o contato visual, promove a troca com terapeutas e familiares e ajuda a regular emoções. Em grupo, ainda estimula habilidades sociais, como esperar a vez, compartilhar e cooperar.
Para a fisioterapeuta, o impacto vai além da clínica. “Muitas famílias relatam que passam a usar a música em casa como estratégia para organizar a rotina, incentivar a comunicação e fortalecer o vínculo. Quando a terapia ultrapassa o consultório e chega ao dia a dia, os resultados se potencializam”, conclui.
Clínica Espaço Kids
Especializada no atendimento a crianças com deficiência, a Clínica Espaço Kids oferece um cuidado integrado que vai além das terapias convencionais. Em um ambiente acolhedor, profissionais de diversas áreas trabalham juntos para estimular o desenvolvimento físico, cognitivo, emocional e social dos pequenos.
Fisioterapeutas, fonoaudiólogos, terapeutas ocupacionais, psicopedagogos, musicoterapeutas, psicomotricistas e psicólogos unem esforços para criar planos personalizados que atendam às necessidades únicas de cada criança e adolescente.
O diferencial da Espaço Kids está também no olhar atento às famílias. O suporte não termina com as sessões: a equipe promove orientação e acompanhamento contínuo, formando uma rede de apoio que ajuda pais e responsáveis a enfrentar os desafios do dia a dia com mais segurança e qualidade de vida.
Endereços:
Unidade de tratamento convencional: Rua das Rosas, n. 179, salas 305, 306, 307 e 308. Ed. Empresarial San Juan, Pituba
Unidade de tratamento intensivo: Rua Arthur de Azevedo Machado, n. 1459, térreo. Ed. Internacional Trade Center, Stiep
Telefone: (71) 9.9960-6006
Mais informações: @clinicaespacokids
A Banda EVA finaliza a temporada de verão com números expressivos e a reafirma sua força no cenário da música brasileira. Foram mais de 60 apresentações realizadas em diferentes estados, ultrapassando mais de 130 shows durante o último ano, consolidando um ciclo marcado pela energia que há décadas se tornou marca registrada do grupo. Entre micaretas, festivais e grandes festas populares, a banda balançou a galera com um repertório vibrante, unindo clássicos que atravessam gerações e canções que mantêm o projeto sempre atual.
O ponto alto, como não poderia deixar de ser, foi o Carnaval 2026. Em Salvador, berço do Axé, a Banda EVA reafirmou seu protagonismo em dois dos circuitos mais tradicionais da folia. Na sexta-feira, comandou um trio elétrico para o público pipoca no circuito do Campo Grande, arrastando uma verdadeira multidão pelas ruas do Centro e transformando o percurso em um grande coral a céu aberto. Já no sábado, foi a vez do icônico Bloco EVA desfilar no circuito Barra-Ondina, fortalecendo sua tradição como um dos blocos mais emblemáticos do Carnaval baiano e mantendo a atmosfera de celebração que acompanha o Eva ao longo dos anos.
A força da banda também ecoou em outras capitais brasileiras. Em São Paulo, o grupo voltou a consagrar sua participação no Carnaval da Cidade, um dos maiores eventos carnavalescos da capital paulista, reunindo milhares de foliões em uma experiência que mistura a essência do Carnaval da Bahia com a grandiosidade paulistana. Por lá, o Bloco Beleza Rara, projeto da label do Grupo EVA, que vem conquistando o público e se consolidando como uma das apostas mais fortes do Carnaval fora da Bahia, promoveu um desfile de alegria e muita animação. No Rio de Janeiro, a apresentação na Marquês de Sapucaí levou o Axé para o palco mais simbólico da folia nacional. Em Belo Horizonte, outro momento de destaque foi o sucesso do Bloco Beleza Rara, que desfilou pela primeira vez na capital mineira. A receptividade do público de Minas Gerais reforçou a capacidade da banda de dialogar com diferentes praças e fortalecer sua presença em todo o país.
Com uma agenda intensa e resultados que traduzem o carinho do público, a Banda EVA encerra o verão celebrando não apenas os números, mas a conexão construída em cada cidade visitada. O saldo é de sucesso, expansão e reafirmação de uma trajetória sólida, que mantém viva a essência do Axé e projeta o grupo para novos desafios ao longo do ano. “O verão foi de estrada, trio elétrico e multidões pra gente. Encerramos a temporada com uma marca altíssima de shows em diversos lugares do nosso país, levando boa música e para o público.”, comenta o cantor Felipe Pezzoni.
Quem quiser acompanhar o dia a dia do EVA, além de todos os shows e lançamentos, basta seguir a banda através das redes sociais – Instagram - @bandaeva @felipepezzoni / Youtube: @bandaeva / TikTok: @bandaeva / http://linksto.be/bandaeva.
Psicanalista destaca o aumento de exposição às telas na infância e seus impactos emocionais, cognitivos e sociais
O avanço tecnológico e a presença cada vez mais constante de dispositivos digitais no cotidiano das famílias têm transformado profundamente a experiência de ser criança. De acordo com recomendações da Sociedade Brasileira de Pediatria, crianças menores de dois anos não devem ser expostas a telas e, na primeira infância, o tempo de uso deve ser limitado e supervisionado. Segundo Larissa Machado, psicanalista e diretora do Colégio São Paulo – unidade Tempo de Criança, colégio da Inspira Rede de Educadores, o excesso de estímulos digitais na infância pode comprometer etapas importantes do desenvolvimento. “Esse fenômeno está associado a atrasos na linguagem, alterações no sono, dificuldades de atenção e ao empobrecimento das interações sociais, uma vez que reduz o tempo dedicado a experiências essenciais para a criança, como o brincar, a convivência e o movimento corporal”, explica.
A infância contemporânea tem migrado de uma cultura baseada no brincar para uma infância mediada por telas, fenômeno associado ao aumento de quadros de ansiedade e fragilidade emocional entre crianças e adolescentes. A presença constante das telas deixou de ser exceção para se tornar regra. “Não se trata de demonizar a tecnologia, mas de reconhecer que o uso desregulado e excessivo pode comprometer o desenvolvimento emocional, cognitivo, social e físico, afinal, a tela ativa, mas não vincula. Prende a atenção, mas não sustenta”, destaca a psicanalista.
Na prática escolar, os efeitos são percebidos no comportamento infantil, com maior dificuldade de concentração em atividades não digitais, menor tolerância à frustração e dependência constante de estímulos externos. Diante desse cenário, família e escola assumem papel complementar na mediação do uso da tecnologia e na construção de rotinas mais equilibradas. Ambientes educativos que promovem esporte, arte, leitura, projetos coletivos e convivência ampliam repertórios e fortalecem vínculos sociais. “Uma escola viva conquista, de forma saudável, a atenção da criança com a tela, oferecendo aquilo que a tecnologia não pode oferecer: pertencimento, desafio mediado e construção coletiva de sentido”, ressalta a diretora da Tempo de Criança.
Regular o uso de telas é uma medida de cuidado com o desenvolvimento das novas gerações. Precisamos devolver às crianças aquilo que lhes é essencial: tempo de brincar, tempo de estar com o outro e tempo de experimentar o mundo com o corpo inteiro. “A tela oferece estímulo intenso, rápido e recompensador, mas pobre em reciprocidade. A infância não pode ser terceirizada para algoritmos”, conclui Larissa.