A Sambaiana terá um fim de semana muito especial em Salvador. Neste sábado (7), véspera do Dia Internacional da Mulher, a banda sobe ao palco do Festival Pagode por Elas, no Pelourinho, com participação da cantora Márcia Castro. A segunda edição do evento destaca a força da presença feminina na música e tem programação inteiramente formada por mulheres. O evento será realizado na Praça das Artes Mestre Neguinho do Samba, a partir das 17 horas, e o encontro com Márcia Castro promete um momento para lá de especial, celebrando a potência artística das mulheres baianas. Os ingressos para o Pelourinho estão à venda em https://www.sympla.com.br/
Já no domingo, dia 8 de março, a Sambaiana será a responsável por animar o público que vai participar da “2ª Corrida Mulheres pela Vida”, que terá largada nas quadras da orla de Ondina e irá até o Farol da Barra. A corrida, que tem como embaixadora a atleta baiana Núbia de Oliveira (3º lugar na tradicional Corrida de São Silvestre), espera reunir 4 mil corredoras. O show será uma celebração no encerramento das atividades. Quem quiser participar da corrida e curtir o samba, pode adquirir o kit em https://www.ticketsports.
“Tocar em Salvador é sempre emocionante, mas participar de eventos que valorizam o protagonismo feminino torna tudo ainda mais significativo, especialmente para nós, que carregamos esse simbolismo em nosso DNA”, destaca a cantora Ju Moraes. Durante os shows, o público vai ter a oportunidade de conferir de perto a nova música “Deixa a gira girar”, feat com Majur (https://onerpm.
A cada dez mulheres em idade reprodutiva, uma convive com endometriose. No Brasil, estima-se que cerca de 8 milhões de mulheres enfrentem a doença. No mundo, são mais de 190 milhões de casos, segundo a Organização Mundial da Saúde. Apesar da alta prevalência, o diagnóstico ainda é tardio e, muitas vezes, marcado por anos de dor silenciosa e normalizada. A endometriose é uma doença inflamatória crônica caracterizada pelo crescimento de tecido semelhante ao endométrio fora do útero, podendo atingir ovários, trompas, intestino, bexiga e outras estruturas da pelve. O processo inflamatório recorrente pode provocar aderências, alterações anatômicas e dor intensa. Entre os sintomas mais comuns estão cólicas menstruais progressivamente incapacitantes, dor pélvica crônica, dor durante as relações sexuais, alterações intestinais cíclicas e dificuldade para engravidar.
Mesmo com manifestações claras, o tempo médio para confirmação diagnóstica pode variar entre sete e dez anos após o início dos sintomas, de acordo com estudos clínicos internacionais e dados observacionais em saúde feminina. O atraso está associado à banalização da dor menstrual, à falta de informação e à dificuldade de acesso a investigação especializada. Durante esse intervalo, a doença pode evoluir, aumentar seu grau de complexidade e comprometer a qualidade de vida, saúde mental e planos reprodutivos das pacientes. “A dor incapacitante nunca deve ser considerada normal. Quando a queixa da mulher é minimizada, ela perde tempo valioso para diagnóstico e tratamento adequados”, afirma a Dra. Genevieve Coelho, Diretora Médica do IVI Salvador. “O olhar humanizado é decisivo nesse processo. Escuta ativa, investigação detalhada e avaliação individualizada permitem identificar sinais que muitas vezes passam despercebidos por anos.”
A relação entre endometriose e infertilidade é expressiva. A Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO) estima que entre 30% e 50% das mulheres com a doença possam apresentar dificuldade para engravidar. Isso ocorre porque a inflamação crônica pode alterar a anatomia das trompas, comprometer a qualidade dos óvulos e interferir no ambiente necessário para a fecundação e implantação embrionária. Em muitos casos, a dificuldade para engravidar é justamente o evento que leva à investigação aprofundada e ao diagnóstico definitivo. “Recebemos frequentemente pacientes que passaram anos tratando apenas a dor. Quando o desejo de engravidar surge e a gestação não acontece, a investigação revela quadros de endometriose já avançados”, explica a médica.
O tratamento da endometriose depende da intensidade dos sintomas, da extensão da doença e do desejo reprodutivo da paciente. Pode envolver controle hormonal, cirurgia minimamente invasiva e acompanhamento multidisciplinar. Quando há impacto na fertilidade, a medicina reprodutiva se torna aliada estratégica. “Técnicas como a Fertilização in Vitro permitem contornar barreiras anatômicas e inflamatórias causadas pela doença, aumentando significativamente as chances de gestação”, destaca Dra. Genevieve. “Mesmo em casos mais complexos, é possível estruturar um plano reprodutivo seguro e individualizado. A endometriose não representa o fim do sonho da maternidade, mas exige diagnóstico precoce, planejamento e acompanhamento especializado.”
Além do impacto físico, especialistas alertam para o peso emocional da doença. A dor crônica, as limitações na rotina e a frustração diante da infertilidade podem desencadear ansiedade e sofrimento psíquico. Por isso, o atendimento integrado e acolhedor é considerado parte essencial da estratégia terapêutica. Durante o Março Amarelo, o alerta é claro: dor intensa não é normal. Informação, escuta qualificada e investigação adequada são ferramentas fundamentais para reduzir o tempo até o diagnóstico, evitar complicações e preservar a saúde reprodutiva. Quanto mais cedo a endometriose é identificada, maiores são as possibilidades de controle da doença e de realização dos projetos de vida das mulheres.
Sobre o IVI – RMANJ
IVI nasceu em 1990 como a primeira instituição médica na Espanha especializada inteiramente em reprodução humana. Atualmente são em torno de 190 clínicas em 15 países e 7 centros de pesquisa em todo o mundo, sendo líder em Medicina Reprodutiva e o maior grupo de reprodução humana do mundo.
A adoção de hábitos saudáveis, especialmente a prática regular de atividades físicas, impacta diretamente a saúde física e mental dos profissionais. Quem tem uma rotina de exercícios ativa termina tornando-se mais produtivo no trabalho, de acordo com uma pesquisa realizada pela Universidade Leeds Beckett, no Reino Unido. O estudo comprovou que os maiores índices de produtividade no trabalho estão diretamente relacionados aos dias em que as pessoas frequentam a academia. “Exercícios regulares estimulam a circulação sanguínea e a oxigenação do cérebro, favorecendo a memória, a criatividade e a tomada de decisões. Com isso, profissionais fisicamente ativos tendem a apresentar maior clareza mental e agilidade na resolução de problemas”, afirma Everton Raeda, Gestor Técnico da Rede Alpha Fitness.
A atividade física ajuda ainda a reduzir o estresse, a ansiedade e os níveis de cansaço, fatores que frequentemente interferem na concentração e na qualidade do trabalho. Além disso, durante a prática de exercícios, o organismo libera endorfina e serotonina, hormônios responsáveis pela sensação de bem-estar, que contribuem para o equilíbrio emocional e para relações profissionais mais saudáveis. Outro benefício importante está relacionado à melhoria da capacidade cognitiva.
Vale lembrar que a Organização Mundial de Saúde (OMS), recomenda 150 a 300 minutos semanais de atividade física de intensidade moderada, ou seja, incorporar exercícios à rotina não exige, necessariamente, grandes mudanças. Caminhadas, alongamentos, musculação, atividades ao ar livre ou práticas que gerem prazer já são suficientes para promover benefícios significativos. O mais importante é manter a regularidade e compreender que cuidar do corpo é também cuidar da saúde e investir em desempenho profissional e qualidade de vida.
Primeiro encontro acontece no dia 10 de março, no Lounge do Salvador Shopping, com mediação de Gabriela Coutinho
O The Latvian realiza, no próximo dia 10 de março, às 17h, no Lounge do Salvador Shopping, a primeira edição do Entre Líderes - The Latvian, plataforma criada para fortalecer a comunidade de associados por meio de encontros que promovem apresentação profissional qualificada, troca de experiências e conexões que geram valor real.
O primeiro evento terá como tema “Reforma Tributária e os Impactos no Planejamento Patrimonial Sucessório” e contará com a participação da advogada e sócia da Ápice Investimentos, Rafaela Magalhães Lopes. A mediação será conduzida por Gabriela Coutinho, Diretora de Operações do The Latvian e idealizadora do projeto.
A discussão abordará os principais pontos da Reforma Tributária e seus reflexos na organização patrimonial de famílias empresárias e investidores, incluindo estruturação de holdings, reorganizações societárias e estratégias de proteção de ativos. Em um cenário de transição legislativa e mudanças estruturais no sistema tributário brasileiro, o tema ganha centralidade para líderes que buscam segurança jurídica e previsibilidade de longo prazo.
“O Entre Líderes foi concebido para ir além do networking tradicional. A proposta é criar um ambiente voltado a líderes que buscam ampliar repertório, compartilhar visões estratégicas, aprofundar discussões relevantes e identificar oportunidades concretas de relacionamento e negócios. O projeto nasce com o propósito de transformar cada encontro em um espaço de inteligência aplicada, no qual conteúdo de alto nível se converte em conexões consistentes e decisões mais estruturadas”, destaca Gabriela Coutinho.
Para o sócio do The Latvian, Gustavo Lessa, a iniciativa reforça o posicionamento do clube como um hub de liderança e negócios na Bahia. “O Entre Líderes fortalece nosso compromisso de oferecer aos associados um ambiente onde conhecimento e relacionamento caminham juntos, com foco em resultados reais”.
Diretora de Operações do The Latvian, Gabriela Coutinho é idealizadora e mediadora do projeto Entre Líderes. Com experiência acadêmica na docência e atuação como palestrante, conduz debates estratégicos com profundidade técnica e visão integrada de negócios.
Sobre Rafaela Magalhães Lopes
Advogada e sócia da Ápice Investimentos, Rafaela Magalhães Lopes atua com foco em planejamento patrimonial, estruturação societária e estratégias sucessórias. Com experiência na assessoria a famílias empresárias e investidores, desenvolve soluções voltadas à proteção de ativos, eficiência tributária e organização de legado.
SERVIÇO
Entre Líderes The Latvian
Tema: Reforma Tributária e os Impactos no Planejamento Patrimonial Sucessório
Data: 10 de março
Horário: 17h
Local: The Latvian - Salvador Shopping
Evento exclusivo para associados e convidados
Confirme sua presença pelo WhatsApp: (71) 99699-9988
Mais informações: @thelatvian__ | www.latvian.com.br
Psicanalista destaca o aumento de exposição às telas na infância e seus impactos emocionais, cognitivos e sociais
O avanço tecnológico e a presença cada vez mais constante de dispositivos digitais no cotidiano das famílias têm transformado profundamente a experiência de ser criança. De acordo com recomendações da Sociedade Brasileira de Pediatria, crianças menores de dois anos não devem ser expostas a telas e, na primeira infância, o tempo de uso deve ser limitado e supervisionado. Segundo Larissa Machado, psicanalista e diretora do Colégio São Paulo – unidade Tempo de Criança, colégio da Inspira Rede de Educadores, o excesso de estímulos digitais na infância pode comprometer etapas importantes do desenvolvimento. “Esse fenômeno está associado a atrasos na linguagem, alterações no sono, dificuldades de atenção e ao empobrecimento das interações sociais, uma vez que reduz o tempo dedicado a experiências essenciais para a criança, como o brincar, a convivência e o movimento corporal”, explica.
A infância contemporânea tem migrado de uma cultura baseada no brincar para uma infância mediada por telas, fenômeno associado ao aumento de quadros de ansiedade e fragilidade emocional entre crianças e adolescentes. A presença constante das telas deixou de ser exceção para se tornar regra. “Não se trata de demonizar a tecnologia, mas de reconhecer que o uso desregulado e excessivo pode comprometer o desenvolvimento emocional, cognitivo, social e físico, afinal, a tela ativa, mas não vincula. Prende a atenção, mas não sustenta”, destaca a psicanalista.
Na prática escolar, os efeitos são percebidos no comportamento infantil, com maior dificuldade de concentração em atividades não digitais, menor tolerância à frustração e dependência constante de estímulos externos. Diante desse cenário, família e escola assumem papel complementar na mediação do uso da tecnologia e na construção de rotinas mais equilibradas. Ambientes educativos que promovem esporte, arte, leitura, projetos coletivos e convivência ampliam repertórios e fortalecem vínculos sociais. “Uma escola viva conquista, de forma saudável, a atenção da criança com a tela, oferecendo aquilo que a tecnologia não pode oferecer: pertencimento, desafio mediado e construção coletiva de sentido”, ressalta a diretora da Tempo de Criança.
Regular o uso de telas é uma medida de cuidado com o desenvolvimento das novas gerações. Precisamos devolver às crianças aquilo que lhes é essencial: tempo de brincar, tempo de estar com o outro e tempo de experimentar o mundo com o corpo inteiro. “A tela oferece estímulo intenso, rápido e recompensador, mas pobre em reciprocidade. A infância não pode ser terceirizada para algoritmos”, conclui Larissa.