Em uma operação meticulosamente planejada e executada com
precisão militar, os EUA capturaram o ditador Nicolás Maduro, presidente da
Venezuela.
Maduro forçou 8 milhões de venezuelanos ao exílio,
levando-os a passar fome e, em muitos casos, a se prostituírem para sobreviver.
Ele utilizou tortura, milícias e centros de repressão, conforme relatórios da
ONU, para manter-se no poder. A última inspeção da ONU, realizada em dezembro,
constatou um “padrão de uma década de mortes, detenções arbitrárias, tortura e
violência sexual” direcionadas a opositores do regime.
É importante lembrar que o povo venezuelano tentou depor
Maduro na última eleição, em 2024, mas ele impediu a candidatura da vencedora do Prêmio Nobel,
Maria Corina, não permitiu a presença de
observadores internacionais e não apresentou os comprovantes eleitorais,
tornando-se, portanto, um governo ilegítimo, não reconhecido pelos EUA e pela
União Europeia, desrespeitando a autodeterminação de seu povo.
Há diversas acusações contra Maduro relacionadas ao
narcotráfico; a delação premiada de Carvajal, ex-chefe da Inteligência
venezuelana, confirmou essa parceria e revelou que o ditador financiou
campanhas em países vizinhos, interferindo no processo eleitoral. A Venezuela
abriga um número desconhecido de militares e consultores de Cuba, Rússia e Irã,
e é acusado de colaboração com grupos
terroristas, mas ainda sem provas.
A invasão promovida por Trump é perigosa, pois viola aspectos do direito internacional, a autonomia da Venezuela e impacta a geopolítica mundial, podendo validar a invasão
russa na Ucrânia e potencialmente estimulando a China a ocupar Taiwan. Por
outro lado, é incerto como se dará a administração do país. É fundamental que a
Venezuela retorne à normalidade e seja governada por seus próprios líderes. Trump já anunciou a intenção de vender o
petróleo venezuelano, o que configura um ato de exploração comercial. A queda do
ditador que levou a Venezuela ao declínio e ameaçou e eliminou opositores é um
alívio, mas é essencial encontrar uma forma de devolver à Venezuela sua
liberdade!