O debate inútil das lacrações carnavalescas ainda vai demorar uma semana para acabar e as decisões que baixam os juros, o dólar, reajustam a economia, continuam como pautas secundárias. Esse gigante deitado eternamente em pautas erradas dá nos nervos.
Racismo, homofobia, machismo, são condições abjetas, mas racismo, homofobia, feminismo, etc, não podem se transformar em meio de abuso e instrumentos de poder. O caminho da Sociedade nunca é a inversão dos antagonismos, mas a construção de um outro modo de convivência.
Todos os dias levava meus filhos ao colégio e durante o caminho íamos brincando, contando histórias. Há duas coisas das quais me lembro que eles gostavam: uma, era quando eu conversava comigo mesmo, fazendo duas ou três vozes diferentes e a outra era cantar o "ouviram".
Na primeira, uma voz discutia com a outra; uma falava de um filho e a outra voz respondia. Era muito divertido. Difícil era todo dia inventar algo.
A outra coisa da qual me recordo e que sempre fazíamos- e era sempre um pedido de minha filha, ao qual meu filho aderia, mas sem gostar da repetição- era cantarmos o " Ouviram".
Era o hino nacional. Como ela não sabia o nome, pedia: pai, vamos cantar o " Ouviram". Íamos os três, no carro, a plenos pulmões e desafinação, cantando o hino. Para não dar pane nos cantores improvisados colei uma cópia no guarda-sol e uma na parte do fundo do banco do carona. O mesmo hino de minha memória e que cantava no Colégio Pedro II, em Coração de Maria, onde fiz o primário.
Hoje, ao sair para o trabalho, por uma necessidade, fiz o mesmo caminho que os levava ao colégio, e, de repente, por essa saudade que vez por outra nos arrebenta quando os filhos partem, me peguei cantando sozinho no carro: " Ouviram do Ipiranga as margens plácidas...".
Bolsonaro elogiar o Stroessner é vergonhoso. Além da corrupção e de ser um feroz ditador, traz sob si, a medonha acusação de estuprar uma garota por semana.
Era pedófilo, assim como Mao.
É evidente, cristalino, indiscutível, que Gilmar Mendes já não reúne condições morais de ser Ministro do STF, pois, desmoraliza a casa, apequena os colegas, não só por ser a “ mistura do mal com o atraso e pitadas de psicopatia”, mas por tripudiar com a Sociedade.