Pressionado pela Sociedade e a crise, Evandro, reitor da Uefs, veio à Câmara de Vereadores – que agiu muito corretamente ao convidá-lo –falar sobre a UEFS. Pelo que li mostrou dados evolutivos – naturais - da universidade. Ressalto que o atual reitor recebeu a galinha pulando e tem sido acessível e educado em suas posições. Apesar de lamentar que só agora a Uefs venha a público, saindo do isolamento a que estava condenada, reconheço um começo.
É incrível que 88% do orçamento estejam comprometidos com pessoal, por isso mesmo é muito salutar uma severa auditoria do governo estadual. Talvez as duas cotas de custeio devolvidas no início da reitoria passada tenham impactado no repasse de recursos.
A UEFS ainda nos deve custos específicos de pós, prestadores, vestibular, curso de Direito para MST implantado sem discussão com a Sociedade e, talvez, sem previsão de recursos, custos de permanência, entre tantos outros.
Abertura total dos dados é a única forma de reconquistar a confiança da população. A verdade é que a crise já vinha se apresentando e as opções administrativas, lá atrás, talvez, não tenham levado em conta esta previsão. Agora, cabe qualificar o gasto e sobreviver.
Projeto que se arrasta desde quando coordenei o curso de Medicina, o ambulatório no CSU, recebeu verba da Secretaria de Saúde e iniciou suas obras, mas empacou na reta final. Falta empenhar uns R$ 100 mil, climatizar, informatizar e mobiliar.
Este é um equipamento essencial para os cursos de Saúde e melhoraria o atendimento secundário na cidade, hoje com quase toda demanda reprimida, além de facilitar o Reconhecimento dos cursos. Esperamos que o reitor e a classe política de Feira mobilizem-se se para esta conclusão, urgente.
Os opositores estão presos; Maduro ameaça os candidatos e rejeita fiscalização brasileira. Suprema Corte foi aparelhada. É assim a eleição na Venezuela. Com inflação de 150% a ditadura estertora. E, o Brasil, cúmplice, se cala. É preciso uma curvatura moral sem tamanho para continuar apoiando este bolivarianismo primitivo, totalitário, medíocre, violento e histriônico.
A inflação já ronda os 10%, o varejo fecha lojas, a indústria demite, estamos em recessão com um PIB negativo de 3% e o Congresso se converte em uma casa imoral e chantagista que se serve da anomia presidencial pra extorquir vantagens. Enquanto a presidente desesperada e escanteada por Lula tenta apenas se manter no governo, em declarações cheias de delírio, como a de que seu governo não está envolvido em corrupção, o Brasil segue sem rumo. É lamentável.
Há certos indivíduos que precisam ter sua gênese estudada, pois algum gene deve ter sido afetado. Um é Pimentel, governador de Minas; outro é o baiano Gabrielli, que chegou ao cinismo de dizer que o roubo na Petrobrás é pequeno diante do tamanho da empresa.