Moro disse que existem provas bem fundamentadas e não apenas delações na Lava Jato. E que não crê que esta operação mude o Brasil, mas que é uma janela de oportunidade para mudarmos o país. E que faz o que faz apenas por dever de ofício e nada mais. Foi aplaudido diversas vezes e ao dizer que a corrupção sistêmica tira o orgulho do cidadão.
Moro disse que por questão de segurança, não falava sobre sua segurança.
Temer disse que não apoiava a CPMF e o aumento de imposto e que disse isso à presidente. Falou que era preciso um governo nacional que pense no país, e que tenha o apoio do empresariado, da classe política e dos setores sociais. Em nenhum momento falou de Dilma como líder que iria conduzir o país. Enfim, com o cuidado possível, disse que como está, não é possível governar.
O economista Mansueto Almeida mostrou que a despesa primária do governo em relação ao PIB foi de 0,5% no governo FHC; 1,1% no primeiro governo Lula e 0,2% no segundo, totalizando 1,8%. Dilma, sozinha, gastou 1,8% do PIB no seu governo. Ou seja, a explosão da despesa do governo Dilma em quatro anos é igual ao aumento que houve nos 12 anos anteriores. Não é sem razão que ela quebrou o país para ganhar a eleição.
Mendonça de Barros, economista, mostrou que o petróleo está sendo vendido a US$40 dólares o barril. O Canadá está produzindo a US$80 e vendendo a US$20, isso sem contar os 500 mil barris/dia que Irã voltará a vender após fazer o acordo nuclear com os EUA. Logo, explorar pré-sal não será viável, a Petrobras não volta ao valor que tinha e a economia russa terá uma séria crise ano que vem. A Venezuela, que vive de produto único, vai comer mais um pouco do pão que o diabo amassou. Ele também disse que o dólar não volta a cair mais e deve ficar ao redor de R$3,50, com eventuais valores mais altos.