A política externa brasileira é cúmplice do bolivarianismo, da sua violência e mortes, da sua tentativa de oprimir e eliminar opositores. O Brasil, que deveria liderar a América do Sul, foi submisso a Chavez durante todo o mandato do PT e agora perde o protagonismo para o recém-eleito Macri, da Argentina.
O presidente portenho estreou internacionalmente exigindo que a Venezuela libertasse os opositores políticos. Enquanto isso, em um rastejamento moral indecente, Dilma elogiou a democracia Venezuela. Logo ela, uma vítima da perseguição da ditadura brasileira. Nos envergonha como cidadão, nos apequena como nação.