Toda viagem da presidente Dilma ao exterior converteu-se em anedota, mas o encontro do Unasul em que Macri, presidente argentino, pediu firmemente a libertação dos presos políticos venezuelanos, enquanto Dilma, uma ex-perseguida da ditadura, elogiava a democracia da Venezuela, que arrasa o país economicamente, persegue a imprensa, manipula a Suprema Corte, mata e prende opositores, foi tosca e deprimente, por revelar nossa recusa em liderar a democracia na América Latina e por escancarar a vocação totalitária do partido presidencial.