Dilma, ao nomear Lula, ameaçado pela Lava Jato, abre mão, enfim, da sua fantasia governamental e torna-se o que sempre foi: um enfeite fingindo ter capacidade de gerentona, mas com performance de um pereba. Apequena a República, torna-a não apenas um celeiro de processados, mas um reduto criminal, batendo na cara do país decente, honesto, trabalhador que disse nas ruas, no dia 13, que não aceitava a corrupção vigente, nem os desmandos de seu governo.