Como havíamos dito, o Moro foi além dos sapatos na liberação dos áudios de Dilma. Jogou xadrez diante do evidente ato de obstrução à Justiça que ela iria praticar.
Ao enviar os autos ao Supremo, pediu desculpas pela divulgação, não pela gravação, porque foi legítima. Joga, novamente, xadrez, ao reconhecer o poder do STF.