Marco Aurélio de Mello: entrou como jurista divergente e sério. Sai como anedótico, midiático e oportunista.
Jean Wyllys: cuspiu para cima e o cuspe e o decoro lhe caíram na cara.
Bolsonaro: começou como defensor dos militares, o que é um direito. Acabou como defensor de torturador, o que é uma aberração total.
Jacques Wagner: começou como articulador, acabou como invisível.
Lula: começou como Salvador, passou por "ministro de quarto de hotel", oferecendo as tetas e outras partes da viúva e acabou como rejeitado, candidato à prisão.
Janaína Paschoal: começou como advogada corajosa e acabou como palanqueira surtada.
Aécio Neves: começou como principal concorrente de Dilma e acabou como rodapé de página.
Dilma: terceirizou o poder para lula. Começou como nada. Acabou como ninguém.