A verdade é que as mudanças na expectativa de vida, com os avanços diagnósticos, terapêuticos, os avanços cirúrgicos, as vacinas, os quimioterápicos, os antibióticos, o tratamento do câncer; os avanços tecnológicos que levaram à revolução nas comunicações, com o computador, o celular, a internet, os equipamentos de filmagem, de transmissão de imagem; a qualidade e segurança dos automóveis, os equipamentos domésticos, de transporte coletivo, os avanços no transporte aéreo e marítimo; entre muitos outros, foram produzidas pelos países democráticos, especialmente os ocidentais.
As grandes universidades, as maiores produtoras de conhecimento, estão nos países democráticos; as grandes contribuições à ciência geral estão nos países democráticos; e até os grandes vinhos estão nos países democráticos.
As democracias, especialmente nos países ocidentais, com suas falhas e limites, garantem liberdade individual, de opinião, imprensa livre, normalidade jurídica e eleitoral.
Os regimes comunistas, ao contrário, têm parca contribuição ao desenvolvimento e eliminam todos estes direitos, gerando assassinatos, perseguições, prisões políticas, execuções, supressão das liberdades individuais, da imprensa, com fracasso econômico, social e cultural.
A experiência mundial que permitiu a comparação entre Alemanha Oriental x Ocidental e permite entre Coreia do Norte x Sul, tem retratos emblemáticos deste resultado. Os países comunistas residuais fracassaram, como Cuba e Rússia, ou adotaram o capitalismo como modelo econômico, como a China.
É por isso que prefiro lutar onde tenho voz para corrigir os erros, as falhas, nos regimes democráticos, do que tornar-me cúmplice de qualquer regime comunista/esquerdista onde a liberdade seja limitada e a obediência deva ser cega a um partido ou líder,o que só tem resultado em fracasso, medo e dor.