O ideal seria que pudessemos separar a política- uma ciência- dos polítocs, pois, estes dão uma péssima fama àquela. Nesta impossibilidade tornou-se discurso cotidiano de todos nós a critica e a desvalorização dos agentes públicos, de forma generalizada, o que é muito perigoso porque cria um meio ambinete propício ao surgimento de salvadores da pátria.
É preciso, reconhecer, no entanto, que eles não colaboram. Agora mesmo, o Senado acaba de nomear para seu Conselho de Ética dois dos mais habituais frequentadores do noticíario policial e das delações: Romero Jucá e Jader Barbalho.
É abusar da sorte e fazer escárnio do eleitor.