Entre feias negociações à beira do caixão, arrasta pé no salão de Ronaldo, disputa intestinal por apoios, vai se arrastando a penosa eleição da Câmara. O fato mais recente desta esdrúxula eleição é um mandado de segurança obrigando o vereador Tom a realizar uma eleição que é obrigatória.
Vivemos a situação sui-generis que apesar do vice ter tomado posse o cargo não é declarado vago, como se fosse possível ele tomar posse com o titular vivo, contrariando a tese que dois corpos não ocupam o mesmo cargo no espaço. E mesmo quando um vereador declara o cargo vago, em seguida, o presidente em exercício cancela a declaração. Um vexame.
Façam a eleição. Deixem o morto descansar em paz...