"É inacreditável que nós parlamentares passemos por situações vexatórias, constrangedoras. Nada na vida vai reparar o que eu passei hoje. Porque pra mim... perdi meu pai, perdi minha mãe, perdi meu irmão, mas hoje é o dia mais difícil da minha vida. É um dia que marcou um homem de 62 anos de idade
Nunca imaginei chegar onde cheguei, nunca imaginei sentar nessa cadeira de presidente, na cadeira de governador do estado, ser o deputado mais bem votado da Bahia, e passo pelo constrangimento de ver minha residência às 6h com delegados e policiais pra fazer busca e apreensão. Eles foram muito educados, muito gentis, mas deixaram marca profunda no meu coração”.
O deputado Marcelo Nilo, que teve um dia mais difícil que o dia em que perdeu pai e mãe, apela ao drama, para justificar a investigação da PF e do MP, mas como se pode ver ele tem tem uma noção completamente equivocada de cidadania, achando que o político é um indivíduo acima da lei e das instituições.
Ainda bem que ninguém, como disse a Ministra Carmém Lúcia, do STF, ninguém, está acima da lei.