É inaceitável que o TSE implante um projeto de recadastramento biométrico tratando a população como manada e dificultando sua vida quando deveria ter como meta facilitar a vida do cidadão. O restristo número de pontos colocados a disposição do segundo maior colégio eleitoral do Estado, apenas, testemunha o improviso e o mau planejamento.
Aqui, na cidade, chega-se ao descalabro de venda de lugar. E a Justiça Eleitoral segue com a mesma posição soberba e indiferente.
Não se trata assim o eleitor, o pagador de impostos, o cidadão e a segunda cidade do Estado.