Não sei se o suposto atentado aos ônibus da caravana de Lula é fake ou real. Cabe à Polícia Técnica analisar os detalhes( tipo de arma, bala, lote, trajetória, distância, se estava em movimento ou não, pois, tudo isso é possível).
Como havia comentado anteriormente a agressão com pedras à caravana de campanha de Lula - engolida pelo MP eleitoral, que finge não ver-, era um erro absurdo, que não podia ser aceito, independente do apreço ou repulsa ao partido.
Da mesma forma a agressão do segurança do ex-presidente a um repórter, é uma situação gravíssima, assim como Lula pedir para a Polícia ir dar um corretivo nos manifestantes. É uma surpreendente-ou não tanto- sequência de eventos perigosos. Uma situação como essa é um rastilho de pólvora que pode desencadear eventos que sabemos como começa, mas não sabemos como, nem onde, termina.
Os líderes do país devem exigir rigor e urgência absoluta na apuração do tiro. Fake ou real, ele não pode servir de base para os incendiários- de ambos os lados- conseguirem o caos que desejam.