José Ronaldo, além de vencer a desconfiança deixada pela fuga de Neto, a divisão das oposições, ainda, terá de vencer o preconceito, o nariz empinado, o elitismo soteropolitano, a soberba da elite dominante que sempre achou que a " Bahia" era a capital, contra um político radicado exatamente no interior menos glamouroso do Estado.
É a velha Bahia torcendo o nariz contra um administrador, não por ser bom ou ruim, mas por ser sertanejo.