“ Negão do Bolsonaro” “ escravo da Casa Grande”, “ lambedor de coturno do capitão” foram os termos que o racista Marcelo D2 usou a respeito do deputado Helio Bolsonaro, militar, eleito com a maior votação do Rio.
Vez por outra, vaza, em declarações, o real sentimento e a intolerância que alguns agentes da esquerda tem com quem não compõe seu figurino impositivo , nem come, de forma escrava, na sua senzala ideológica.
Não há, nesses intolerantes, nenhum respeito pela divergência e direito de escolha, pilar fundamental da democracia. Aos que não rezam na cartilha cabe a agressão, a tentativa de desmoralização, em ato de pura soberba e totalitarismo, sustentado em uma superioridade moral inexistente.
O ataque bestial, rasteiro, ferozmente racista, indigno, de Marcelo D2, apenas expõe a instrumentalização que certa parte da esquerda faz dos indivíduos, tornando-os meros objetos de um discurso oportunista, na luta pelo poder.
Aos negros que desobedecem, Marcelo D2, como um capitão do mato, não hesita em condenar ao Pelourinho.