O caso da deputada federal carioca, Flordelis, que foi apontada como mandante da morte do marido, o pastor Anderson do Carmo, mas que não pode ser presa durante a operação da Polícia que prendeu outros participantes do crime, porque tem foro privilegiado, é emblemático e simbólico desta insustentável e intolerável situação.
A deputada, acusada de mandar matar o marido- aliás, ex da filha- com ajuda dos filhos adotivos continuará solta, apesar de toda barbárie. O projeto que acaba o foro está na gaveta de Rodrigo Maia, presidente da Câmara dos Deputados, e o grande responsável por não colocar o projeto em votação.
Da mesma forma, a prisão em segunda instância, que constava do projeto de Sérgio Moro de combate ao crime e nunca teve o apoio do presidente, segue sem votação.
O Brasil não aceita mais essa situação absurda, desrespeitosa e que viola toda sociedade. A impunidade gera desordem sociais e nossos políticos são os responsáveis, pois, não exigem que Maia coloque o projeto em pauta de votação.
Uma vergonha nacional.