Em tempos de recursos cada vez mais escassos, não faz sentido manter a hipertrofia que elevou o número de parlamentares, das Câmaras de Vereadores ao Senado, e que impõem um custo insustentável ao contribuinte. Apenas o Congresso custa R$1,3 bilhão ao contribuinte brasileiro. A cangalha da arrecadação de recursos está sobre o lombo do trabalhador e não dos ocupantes do poder.
Reduzir em 25% o número de deputados tanto a nível federal quanto estadual; reduzir, também, o número de Senadores, encurtando o mandato para 4 anos, pois, é um absurdo inaceitável um mandato de 8 anos para Senador e com direito a indicar um suplente.
A reforma política deve ser uma pauta de todo cidadão brasileiro pagador de impostos.
Como está, não dá mais.