1- Os institutos de
pesquisa- ou delivery de percentuais- foram seriamente desmoralizados por seus
erros nas avaliações para governador, senador e presidente. Deveriam ser
regulamentadas pelo TSE porque é uma fake-news – isso o TSE não enxerga- que ameaça a democracia ao manipular a fé do
eleitor. Como está não pode mais ficar.
2- O crepúsculo
definitivo do PSDB paulista é o apoio do governador Rodrigo Garcia a Bolsonaro.
Vai ter asa de tucano voando para todo lado.
3-Ao final da eleição
houve uma onda conservadora que emergiu do Brasil profundo. Ela é maior do que
o Bolsonarismo e do que o antipetismo. É a população que se mostra
cansada do ativismo progressista e que elegeu a maior bancada de centro direita
que o Congresso já teve.
4- Moro, Rosângela, Deltan, vão representar a voz dos lava
jatistas no Congresso. A eleição de Moro após todo tipo de perseguição foi um
tapa na cara de todos que defendem e relativizam a corrupção.
5-Bolsonaro conseguiu
o apoio dos governadores dos três maiores colégios eleitorais: Rodrigo, de São
Paulo; Zema, de Minas; Cláudio Castro, do Rio, entrando definitivamente no
jogo. Moro também declarou apoio a Bolsonaro. E há muita chance de Tarcísio
ganhar em São Paulo o que favorece o Presidente. Lula, por sua vez, levou o
PDT, sem Ciro, até o momento. Nesse início, Bolsonaro tem se saído melhor nas
alianças.
6-O sistema de
votação eletrônica é absolutamente seguro, não cabendo mais nenhuma tentativa
de desacreditá-lo como fizeram de forma bizarra e irresponsável o presidente
Bolsonaro e os jornalistas a seu serviço.
8- A Bahia tornou-se
uma capitânia hereditária lulista, sendo que metade dos votos que ele tem na
liderança da disputa no primeiro turno foram obtidos em nosso estado.
9- A taxa de
renovação na Câmara foi de apenas 45%, o que sinaliza que o Congresso não será
muito diferente da aberração que é. O fundo partidário ajudou os nomes
conhecidos a continuarem no loteamento do poder.
10-Ao fim, foi uma
bela festa democrática. O único senão foi dado exatamente por Alexandre de
Morais, presidente do TSE, que pilotou um inquérito ilegal, perseguiu conversa
de WhatsApp, violou a Constituição, e construiu uma biografia de barbárie legais
em suposta defesa da democracia.