O ex-deputado Roberto Jefferson, condenado no mensalão petista após denunciar José Dirceu (PT) de quem era aliado, estava em prisão domiciliar a partir da qual produziu inúmeros ataques de baixo calão a ministros do STF. Após o último e pérfido ataque à ministra Carmem Lúcia (STF) teve sua prisão domiciliar revogada.
Quando a PF chegou a
sua casa foi recebida por tiros de fuzil e granadas que causaram ferimentos em
dois agentes da Polícia. Após oito horas de resistência se entregou. A
existência de Jefferson – atual apoiador de Bolsonaro- é uma demonstração de
nossa miséria política e nossa tolerância criminal. Um elemento como ele não
poderia ser presidente de partido, patrocinador de candidatura, nem ser uma
voz aceitável no cenário político do Brasil.
Também é estarrecedor que tenha
fuzil e granadas em casa, mesmo estando em prisão domiciliar, violando completamente
as regras a que está submetido. Atirar em policiais é coisa de bandido e Jefferson poderá ser acusado de tentativa de assassinato. Esperamos que seja
condenado à vida eterna na prisão e que nossa cumplicidade e permissividade com
criminosos não o coloque em liberdade novamente.